12/08/2019 - Pequeno Expediente Wellington do Curso

Carlos Welington

Aniversário: 27/09
Profissão: Professor e Empresário

Discurso - download do áudio



O SENHOR DEPUTADO WELLINGTON DO CURSO (sem revisão do orador) - Senhor Presidente, demais Membros da Mesa, Senhoras e Senhores Deputados, galeria, imprensa, internautas, telespectadores que nos acompanham por meio da TV Assembleia, o nosso mais cordial, boa tarde. Que Deus seja louvado. Senhor Presidente, na tarde de hoje, eu uso uma gravata no tom escuro, uma gravata negra, uma gravata preta como solidariedade à população do Estado do Maranhão. E eu falo, sem nenhuma reserva, à população mais pobre do nosso estado, que está sendo dizimada pelo Governador Flávio Dino de forma covarde e cruel. Covardia sem tamanho, crueldade sem tamanho. Em pronunciamentos anteriores, eu já falei e, mais uma vez, eu defendo o meu ponto de vista, o meu posicionamento de que o Governador Flávio Dino é um exterminador silencioso da sociedade maranhense, notadamente dos mais pobres. E o Governador Flávio Dino, no seu Twitter, e não vou entrar ainda no mérito da sua declaração no Twitter e no Instagram, até porque farei de forma mais oportuna, detalhada e com análise melhor. Mas eu quero me ater simplesmente a quando o Governador Flávio Dino diz que não se pode simplesmente se recusar a cumprir ordem judicial. Ora, ora, ora, o todo poderoso ex-juiz federal acha que tem o rei na barriga, ele diz: se recusar, a cumprir ordem judicial. Senhoras e Senhores, é um governador que não cumpre ordem judicial - não cumpre ordem judicial - não tem um exemplo para dar, vergonhosamente, não tem um exemplo para dar. Alguns estão achando que eu vou falar do Cajueiro agora, de imediato, vou falar da reintegração de posse, de imediato. Eu vou questionar simplesmente o Governador Flávio Dino, ao dizer que decisão judicial se cumpre, governador, pois cumpra todas as decisões judiciais, que pais e mães de família, que buscam a saúde pública, e só encontram amparo judicialmente. Governador Flávio Dino, cumpra as decisões judiciais, de policiais civis e policiais militares, que entram na Justiça para terem o direito garantido pela Constituição, de ser servidor público, mediante concurso público, o que é atestado no artigo37 da Constituição Federal, mas eu não vou me ater nem aos aprovados no concurso da Polícia Civil e da Polícia Militar. Vou deixar para um outro momento e de forma oportuna e detalhada. Eu quero me ater ao descaso na saúde pública do Estado do Maranhão. Faço aqui a leitura de um relato, de uma senhora: “Bom dia, Senhor Deputado Wellington, o Senhor tem alguma novidade sobre a nossa ação judicial, para o Governo do Estado autorizar a transferência, para que minha filha possa fazer o tratamento em outro domicílio?” Fomos até o hospital Materno Infantil. Mantivemos contato com a primeira mãe, a criança tinha catorze dias. Após a nossa denúncia nas redes sociais, o apoio da imprensa, somente assim o Secretário de Saúde e o Governador Flávio Dino fizeram a transferência da criança para o Estado de Pernambuco, para a capital Recife, para fazer o tratamento. Eu tive notícia que três outras mães aguardavam o tratamento fora do domicílio para suas filhas. Fui ao hospital Materno Infantil, mais uma vez, para ouvir o testemunho e relato dessas duas mães. Eu fiquei estarrecido na lamentação e na dor de uma das mães. A criança foi a óbito, a criança faleceu, antes de garantir o tratamento para o seu filho. Mas a outra mãe continua: “Deputado, graças à sua denúncia consegui a transferência, só que eu não tenho onde ficar, Deputado, chegamos aqui em Fortaleza onde mais só eu e o meu marido, não falaram nada sobre a viagem, não deram a orientação nenhuma, sou pobre, não tenho como me manter, não tenho como ficar em Fortaleza e o Governo do Estado não dá nenhuma orientação”. Logo mais, eu entrei em contato e ela continuou, perguntei quem estava acompanhando, com quem estava em Fortaleza: “Deputado, só eu, minha filha e meu marido. Eu não tenho onde ficar, disseram que podia viajar o pai, a mãe, mas não disseram que iria ser assim. Senhor Deputado Wellington, pelo amor de Deus nos ajude, tinha como V.Exa. falar com o senhor defensor público, o doutor Davi, ou com a assistente social, ou com o próprio Governador Flávio Dino. Não dá nada, nem uma satisfação. Eu vou dividir um quartinho com mais seis mães e eu ainda vou dormir no chão. Esse é o governador da mudança? Esse é o governador da mudança em que 65% dos maranhenses depositaram sua confiança? É essa a mudança?! É um exterminador silencioso da população mais pobre do nosso Estado. É assim que o Governador Flávio Dino faz e trata o mais pobre. Meu tempo já se esgotou e eu volto para tratar da polêmica situação do povoado Cajueiro, na zona rural de São Luís.

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