16/12/2021 - Pequeno Expediente Dr. Yglésio Yglésio Moyses

Yglésio Moyses

Aniversário: 19/09
Profissão: Médico

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O SENHOR DEPUTADO DR. YGLÉSIO (sem revisão do orador) – Bom dia a todos, bom dia a todas! Estamos chegando, muito provavelmente, à última sessão da Assembleia Legislativa do ano de 2021, um ano muitíssimo complicado do ponto de vista econômico, do evidente empobrecimento da nossa população não apenas do Maranhão, mas também do Brasil. Um ano muito difícil para todas as famílias que tiveram que ver, diariamente, elevação de preços nas suas contas de energia e gás, sentindo todo dia o peso da inflação no supermercado. O próprio Poder Público que vem sofrendo, ano a ano, com a queda de arrecadação porque, quanto mais a economia vai mal, pior é a nossa arrecadação. E aí nós temos o dilema de conviver com as expectativas das pessoas em relação à atuação dos governantes, dos parlamentares e a resposta que estes dão também à sociedade. Então, a gente chega ao final do ano cumprindo, mais uma vez, nossa missão. Já é o terceiro ano consecutivo, nesta Casa, sem uma falta à votação. Três anos, nesta Assembleia, sem nenhum tipo de falta nas votações em plenário. Na CCJ, no período que nós participamos, em 2019 e 2021, a gente pode falar tranquilamente que temos mais de 95% de comparecimento às sessões. Da mesma forma na Comissão de Saúde. Então, nós seguimos fazendo as coisas com a responsabilidade que nos permite inclusive, Presidente, comemorar uma decisão da moralidade administrativa e da moralidade no Judiciário também ontem. Muito provavelmente, parafraseando aqui o que o Doutor Ronaldo falou ontem, Francisco Ronaldo que foi desembargador recém-empossado, que ontem proferiu um dos votos mais importantes do Judiciário maranhense, com a Desembargadora Graça Duarte, aposentando, nos dois processos julgados, compulsoriamente, um dos maiores marginais que já foram vistos dentro do sistema judiciário brasileiro. Nós não estamos tratando de um magistrado, a despeito do que a Associação dos Magistrados fez, fazendo nota de desagravo em relação ao referido. Ontem, a Justiça deu resposta inclusive à própria Associação de Magistrados. Duas vezes aposentado e ainda aguarda processos criminais, inclusive um deles está com o Desembargador José Luís, que, diga-se de passagem, é um dos melhores juristas do estado do Maranhão, pessoa de índole ilibada, moral nas suas decisões, justiça acima de tudo. Então, Sidarta Galtama, foi aposentado compulsoriamente. Eu tenho certeza que nós vamos conseguir, inclusive, retirar essa aposentadoria, perder o cargo, porque não merece receber mais de R$ 25 mil por mês para ficar em casa fazendo chinelada e, ainda além de tudo, vivendo dos negócios que construiu a vida toda a custo das vendas de sentenças que proferiu. Foi aposentado compulsoriamente. Recebi ontem o dia todo parabéns dos advogados de Caxias, principalmente, que, há muitos anos, conviviam com esse marginal de toga, fazendo acordos o tempo todo, acordos espúrios, diga-se de passagem, dentro da Justiça de Caxias. Então é o fim da grilagem de terra normatizada dentro do judiciário. É o fim pra Caxias das vendas de sentenças de consignados. É o fim das vendas de vagas de Medicina para a UEMA de Caxias. E ele é página virada na história. Faço o apelo, aqui, num segundo ponto do pronunciamento, em relação à necessidade de se olhar a situação dos funcionários da saúde. Eu estou tratando das pessoas que seguraram no momento mais difícil da pandemia, que foram os enfermeiros, técnicos de enfermagem, médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, farmacêuticos, psicólogos, todas as pessoas que constroem o sistema público de saúde que, pelo fato de não serem servidores estatutários, em sua imensa maioria, serem empregados da EMSERH, públicos da EMSERH, ou médico sem qualquer tipo de segurança jurídica nas suas contratações, ou todas as outras classes que não foram incluídas numa perspectiva de aumento. Essas pessoas precisam de valorização em seus contracheques. Um minuto a mais por favor de tolerância, Senhor Presidente, um minuto a mais. Então nós temos que olhar por essas pessoas dentro da perspectiva do orçamento do Estado. Vou citar o exemplo dos médicos há dez anos sem um centavo a mais no plantão. E, em média, essas licitações que têm sido feitas, principalmente pela EMSERH, de maneira sanguinária tem levado uma redução ainda de 20% dentro dos vencimentos dos colegas. Então está cada vez mais difícil fazer medicina no interior, por exemplo, em que o custo do plantão subiu, a gasolina aumentou, mais do que dobrou nesse período. E a gente faz esse apelo: os colegas precisam ser incluídos dentro dessa perspectiva de restruturação de valores para o ano que vem. Fica aqui o nosso apelo. Em relação ao Moto Club subo aqui para dizer que foi uma das missões mais difíceis que recebemos na nossa vida, mas que aceitamos com tranquilidade e já começamos organizar. Precisamos, para vencer esses desafios .....

O SENHOR PRESIDENTE DEPUTADO OTHELINO NETO – Peço que liberem o microfone para o Deputado Yglésio concluir o pronunciamento.

O SENHOR DEPUTADO DR. YGLÉSIO – Precisamos, nesse momento difícil, de parcerias. E parcerias são feitas com os entes públicos também. O Governo do Estado tem nos recebido bem em relação ao esporte maranhense. Já a Prefeitura de São Luís, desde o dia 23 de novembro, que eu estou com ofício na mesa do senhor Eduardo Braide, do Prefeito de São Luís, que não tem tido qualquer respeito com a torcida do Moto Clube, com a nação rubro-negra. Mandou essa semana o Ricardo Diniz, que não decide nada, que é um sujeito sensacional, mas que não vai decidir sobre lotação de Castelão, não vai decidir sobre parceria de Nhozinho Santos com Moto Clube. Ele não tem poder decisório, para ser recebido. Agora, interessante que eu que fui aliado do Braide no segundo turno e servi para muita coisa, para ser ouvido, para ser recebido, quando era candidato, agora que é prefeito para tratar de um tema do clube, não sou recebido. Isso aí é o bom pago que a política dá. Então, fica aqui o registro para torcida do Moto Club saber o que está acontecendo. O Eduardo Braide, quando for no estádio é para tomar vaia da torcida, porque o que está sendo gestado lá dentro é uma tentativa por parte da prefeitura de inviabilizar a gestão. E se tiver de ir para o Castelão, para ter atendimento impessoal, justo, nós vamos. Agora, o Nhozinho, é a casa do Moto. O prefeito tem que respeitar o Moto Club de São Luís.

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