12/04/2022 - Encaminhamento de Votação Wellington do Curso Wellington do Curso

Carlos Welington

Aniversário: 27/09
Profissão: Professor e Empresário

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O SENHOR DEPUTADO WELLINGTON DO CURSO (sem revisão do orador) - Senhor Presidente, demais membros da Mesa, senhoras e senhores deputados, internautas, telespectadores que nos acompanham por meio da TV Assembleia, o nosso mais cordial, bom dia, que Deus seja louvado. Eu ocupo a tribuna da Assembleia Legislativa, mais uma vez, para defender os professores do estado do Maranhão. Os professores do estado do Maranhão que, ao longo dos últimos 7 anos e 3 meses, não tiveram a valorização devida por parte do Governo do Estado, que não tiveram reconhecimento por parte do Governo do Estado. E é por isso que na manhã de hoje quando nos debruçamos sobre a Medida Provisória n.º 379 que concede auxílio-alimentação aos servidores públicos do Estado do Maranhão, profissionais da educação, a gente vê quanto é pequeno, o quanto é ínfimo. O ex-governador Flávio Dino desrespeitou uma lei federal, desrespeitou a lei do piso. No final 2021, nós trouxemos para tribuna da Assembleia Legislativa uma ampla discussão sobre reajuste dos servidores públicos do Estado do Maranhão. E essa discussão que nós trouxemos é porque essa discussão já permeava outras Assembleias Legislativas pelo Brasil afora. Outros governadores dos Estados já haviam concedido reajuste e nós trouxemos a discussão em outubro, novembro. Solicitando ao Governo do Estado para que ele pudesse conceder reajuste a todos os servidores públicos e o que o Governador Flávio Dino fez? Massacrou os servidores públicos do Estado do Maranhão. Um verdadeiro carrasco. Essa é a definição do ex-governador do Estado do Maranhão. Um verdadeiro carrasco do servidor público, carrasco do aposentado, 7 anos e 3 meses sem conceder reajuste. Entrando na Justiça para barrar a o reajuste de 21,7%. Em 7 anos e 3 meses, o único Deputado Estadual a lutar pelo reajuste de 21,7%, o único deputado a trazer essa discussão sobre reajuste de outubro, em novembro, em dezembro, após muita pressão do Deputado Wellington, após pressão da opinião pública e dos servidores públicos, realizamos a audiência pública, na Casa do Trabalhador, chamamos os servidores públicos para um debate. O Governador Flávio Dino, no final do ano, resolveu conceder o reajuste ínfimo de 8%, pequeno diante das perdas salariais de mais de 50% ao longo dos últimos sete anos. Reajuste de 8% escalonado de duas vezes, 4% em fevereiro para ser pago em março, 4% em março para ser pago em abril. Descontentamento geral dos servidores públicos do Estado do Maranhão. Prova disso que agora os policiais civis estão fazendo manifestação e vão paralisar todas as atividades em todo o estado do Maranhão. Isso mostra o desrespeito do Governador Flávio Dino, a falta de valorização, e, como eu já falei, carrasco do servidor público do estado do Maranhão, aposentados. Se engana o Governador Flávio Dino achando que servidor público, que policial militar, que policial civil, que professores, que aposentados vão votar em Flávio Dino e nos seus indicados e nos seus aliados. Coloquem as barbas de molho, coloquem as barbas de molho. O servidor público, o policial civil, o policial militar, os aposentados, os professores não votam em Flávio Dino e nos seus aliados, não votam em Flávio Dino e nos seus indicados, podem ter certeza disso, o descontentamento é geral. E aí, quando se fala dos professores, o professor e Deputado Wellington do Curso traz aqui o total desrespeito do reajuste que seria de 33,24%, mas que não foi concedido pelo governo do Estado. É o maior mau exemplo, é muito mau-caratismo, é muita falta de vergonha na cara, é muita cara de pau. 33, 24% é lei, e o governo do Estado não concedeu e faz com que prefeitos do interior do estado do Maranhão, de cidades do Maranhão também não concedam. Tenho percorrido o Maranhão, já percorri 38 cidades, ajudando, auxiliando, orientando, discutindo, defendendo e entrando na justiça para que os prefeitos possam conceder reajuste. Agora há pouco, me antecedeu o Deputado Antônio Pereira falando da cidade de Açailândia. Com todo respeito ao Deputado Antônio Pereira, é falta de caráter e desrespeito do prefeito de Açailândia. Prefeito de Açailândia, respeite os professores de Açailândia. Trazendo, Senhor Presidente, para a pauta do item 4 da Medida Provisória. Deputado Wellington, V. Ex.ª está discutindo e contra os R$ 300,00 de auxílio-alimentação para os professores? Claro que não! Eu jamais vou ser contra todo e qualquer auxílio benéfico para o servidor público, para os professores, mas eu não posso deixar de destacar a nossa luta. Se Flávio Dino como ex-governador não concedeu, nós estamos entrando na justiça para que o governo do Estado possa conceder o reajuste de 33,24%. Assim também à Prefeitura de São Luís. Sou aliado, mas não alienado, por isso estou solicitando ao Prefeito Eduardo Braide que cumpra a lei e possa conceder o reajuste de 33,24% aos professores. Senhor Presidente.

O SENHOR PRESIDENTE DEPUTADO OTHELINO NETO - Peço que libere o microfone para o Deputado Wellington.

O SENHOR DEPUTADO WELLINGTON D O CURSO – Essa medida provisória que hoje estamos aprovando é uma tentativa de cala a boca, de cala boca dos professores e, principalmente, de um sindicato pelego, de um sindicato omisso, de um sindicato covarde que deveria ser destruído. Um sindicato que está recebendo a sua diretoria supersalários, altos salários, de acordo com o Portal da Transparência. A denúncia não é minha; é de acordo com o Portal da Transparência. E a denúncia já está no Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal, na Polícia Federal, na CGU, no Tribunal de Contas do Estado, porque é recurso do FUNDEB. Vão ter que pagar por esse descaso. Estão estourando o recurso da FUNDEB, gastando indevidamente. Alguém vai ter que pagar. E prestem atenção: recurso do FUNDEB, dinheiro dos professores. A qualquer instante vai chegar a Polícia Federal na porta. Tomem muito cuidado.

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