19/10/2021 16h44

Deputados fazem minuto de silêncio e lamentam morte do subtenente Israel Silva

Agência Assembleia

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Kristiano Simas / Agência Assembleia
Deputados fazem minuto de silêncio e lamentam morte do subtenente Israel Silva
Deputados fazem um minuto de silêncio em respeito à morte de policial militar

O Plenário da Assembleia Legislativa fez um minuto de silêncio, na manhã desta terça-feira (19), em razão da morte do subtenente da PMMA, Israel Silva, que trabalhava no Gabinete Militar do Parlamento Estadual. O policial, que tinha 51 anos, foi assassinado no último sábado (16), em São Luís.

A homenagem foi solicitada pelo deputado Neto Evangelista (DEM), primeiro a usar a tribuna para prestar condolências à família de Israel. Também abordaram o assunto o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB), e os deputados Yglésio Moysés (Pros) e Rildo Amaral (Solidariedade).

Othelino Neto cobrou celeridade na elucidação do caso, a fim de que sejam identificados e punidos os responsáveis pelo crime. “Reforcei, ontem, o pedido à Secretaria de Segurança Pública para que faça os esforços necessários e com a urgência que o caso requer para encontrar os dois assassinos e, também, descobrir as circunstâncias do fato, se foi realmente latrocínio, para que possa colocar esses dois elementos fora do convívio social, tanto pela vida que se perdeu, como também pelo exemplo que este episódio deve dar ao Estado”, disse Othelino Neto.

Neto Evangelista frisou que Israel Silva era o mais antigo funcionário do Gabinete Militar. “Ele era meu amigo pessoal. Como parlamentar, exijo da Secretaria de Segurança Pública a rápida resolução desse caso, pois nós não estamos falando de um simples homicídio que acontece rotineiramente no Brasil. Trata-se de um assassinato de um membro do sistema de segurança pública maranhense".

Condolências 

Yglésio Moysés expressou condolências à família e aos amigos do policial. Ele disse, ainda, que a morte de Israel é uma grande perda para a Assembleia. "Uma vez que ele era um policial muito querido nesta Casa”, frisou. 

Rildo Amaral, por sua vez, lamentou o trágico assassinato. “Quando assassinam um pai de família, em especial um membro da segurança pública, é necessário, principalmente, pensar no que poderia ter sido feito para evitar. Por outro lado, é preciso buscar, também, uma resposta para o que aconteceu. Crimes assim não podem virar costume no Maranhão. Foi por isso que emiti nota cobrando rigor da Secretaria de Estado de Segurança Pública, para que elucide o crime o mais rápido possível”.



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