17/05/2022 18h08

Saiba mais sobre o combate às fake news

Fonte: TV Assembleia

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Em tempos de internet e redes sociais, o mundo se viu inundado por fake news, termo em inglês cuja tradução é notícias falsas. A prática não é nova, mas ganhou força com a disseminação de ferramentas como os aplicativos de celular.

O juiz Brasil Paulo Menezes publicou um livro “Fake news - modernidade, metodologia e regulação”, que enfoca diversos aspectos sobre o tema.

“Existe uma facilidade muito grande, de em apenas um clique, com uma curtida, um twitter ou qualquer mensagem instantânea você chegar a uma informação errada na caixa ou na recepção de bilhões de pessoas. A velocidade é algo inimaginável, porque é muito fácil você propagar uma notícia sem saber a sua veracidade”, observa o magistrado.

Brasil Paulo Menezes trata, ainda, sobre a luta que há em torno do combate à propagação de notícias falsas. “As campanhas feitas pelas instituições são exemplos de passar para o público a necessidade de uma informação relevante. Outra forma é a nossa prática individual, de cidadão, propagar somente o que for checado. Se cada um de nós desenvolver essa prática de não passar a informação sem checar, teremos um grande avanço”, ressalta.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou, recentemente, a ampliação das medidas de combate às falsas informações. O trabalho será feito pela Comissão de Segurança Cibernética. Isso porque uma notícia falsa pode induzir a pessoa ao erro.

Em muitos casos, a notícia traz uma informação falsa no meio de outras verdadeiras. Esse é um dos maiores perigos da fake news e pode ter consequências desastrosas. Como exemplo, temos o caso ocorrido em São Paulo, no mês de maio de 2014, quando uma dona de casa foi espancada e morta após falsa notícia divulgar sua imagem como suposta sequestradora de crianças. Durante a pandemia de Covid-19, várias notícias falsas foram publicadas na internet, a maioria negando a gravidade da incidência da doença.

Visando o combate às notícias falsas, a Assembleia Legislativa aprovou lei, de autoria do presidente da Casa, deputado Othelino Neto, que prevê punição, com aplicação de multa, a quem divulgar informações falsas sobre pandemia, endemias e epidemias. A lei está em vigor no Maranhão.

“Nosso objetivo, nem de longe é castrar a liberdade de expressão, mas proteger as pessoas, porque espalhar informações inverídicas cria um pânico e pode inclusive fazer com que vidas sejam perdidas. Por isso, cada vez mais devemos fortalecer o combate às fake news”, afirma Othelino Neto.

E, entre as recomendações para se evitar fake news, está a checagem das informações. É sempre importante verificar com cuidado a origem dos dados antes de levá-la adiante.

 

 



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