08 de abril de 2026

Abigail Cunha apresenta balanço de gestão à frente da Secretaria da Mulher

Em seu discurso na Alema, a parlamentar falou sobre as ações que contribuíram para o fortalecimento da rede de proteção às mulheres

Abigail Cunha apresenta balanço de gestão à frente da Secretaria da Mulher

Deputada Abigail Cunha falou sobre as ações e programas desenvolvidos pela pasta, o que garantiu benefícios a milhares de mulheres maranhenses

Agência Assembleia

De volta à Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema), a deputada estadual Abigail Cunha (PL) apresentou na manhã desta quarta-feira (8), durante a sessão plenária, o balanço das suas atividades à frente da Secretaria de Estado da Mulher (Semu). A parlamentar falou sobre as ações e programas desenvolvidos pela pasta, o que garantiu que milhares de mulheres maranhenses fossem beneficiadas e tivesse a garantia dos seus direitos.

Ela iniciou o seu discurso agradecendo ao governador Carlos Brandão pela oportunidade que teve em conduzir a secretaria. “Agradecer a confiança, apoio e sensibilidade em priorizar políticas públicas que salvam vidas e transformam realidades”, destacou.

Como uma das ações pontuadas pela deputada está o fortalecimento da organização política para as mulheres nos municípios. “Saímos de 69 organismos de políticas públicas nos municípios para 175, entre secretarias e organizações. Avançamos com base nos três eixos: enfretamento à violência, autonomia econômica e saúde da mulher”, disse.

Combate à violência

Uma das principais bandeiras defendidas pela Semu durante a gestão de Abigail Cunha foi o combate à violência contra as mulheres. Nesse sentido, a secretaria fortaleceu a rede de proteção às mulheres, principalmente no interior do estado. “Ampliamos o acesso à denúncia e levamos informações para quebrar o silêncio. A Caravana Maranhão Todos por Elas percorreu o estado ao lado de desembargadores, juízas, promotoras, delegadas, defensoras públicas, reafirmando que em briga de marido e mulher se mete sim a colher e se salvam vidas”, destacou.

Outro ponto frisado pela parlamentar foi a ampliação do serviço prestado pela ouvidoria da Semu, ofertando todo o acolhimento e direcionamento necessários para aquelas mulheres que são vítimas de violência ou têm os seus direitos desrespeitados, bem como a ampliação da Casa da Mulher Maranhense.

“Mostramos que violência doméstica tem saída e o caminho é a denúncia, porque o feminicídio é muitas vezes, sim, um crime anunciado. O Maranhão registrou uma redução de 27% nos casos de feminicídio, comparando os anos de 2024 e 2025, ao tempo que os atendimentos cresceram quase 50% no Ligue 180. Mostramos que mais mulheres estão denunciando e confiando na rede de proteção”, afirmou.

A deputada listou diversas outras iniciativas colocadas em prática pela Secretaria durante a sua gestão como realização do Fórum Estadual de Políticas Públicas para as Mulheres; a Caravana Maranhão Capacita Elas; a Caravana Mulher Empreendedora; a Feira com Elas; o evento Empodera Elas; o Programa Mulheres em Ação; além de outras parcerias com instituições que contribuíram diretamente para a qualificação profissional das mulheres.       

Saúde

No eixo da saúde, a deputada falou sobre a ampliação das unidades móveis que foram responsáveis por levar saúde preventiva às mulheres do interior do estado. “Incluímos o serviço de ultrassonografia e consultas especializadas para atender a demanda reprimida dos municípios, garantindo acesso e dignidade, principalmente para quem mais precisa. Interiorizamos ações e chegamos aonde antes o Estado não alcançava. Levamos dignidade, conhecimento e acolhimento”

Por fim, a deputada frisou que retorna ao mandato com a missão de continuar atuando em prol das mulheres e no fortalecimento da rede de proteção. “Isso nos mostra que avançamos, sim, mas ainda não é suficiente, cada mulher vítima de violência é um chamado à nossa consciência. Por isto, retorno a esta Casa ainda mais fortalecida com a experiência de quem esteve na ponta, ouvindo, acolhendo e agindo. Seguirei firme nesta luta, defendendo não apenas as mulheres maranhenses, mas as crianças e adolescentes, as pessoas com deficiência e nossos idosos. Enquanto houver uma mulher sofrendo violência, nossa missão não está concluída”, disse. 

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