Deputado recebe diretoras da maternidade Marly Sarney

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Nice Moraes
Agência Assembléia
28/06/2007 13h00 - Atualizado em 28/06/2007 15h20

O presidente da Comissão de Saúde da Assembléia Legislativa, deputado Antônio Pereira (DEM), recebeu hoje (quinta-feira, 28), os diretores da Maternidade Marly Sarney para esclarecer denúncias feitas pelo deputado Ricardo Murad (PMDB), de que os médicos daquela casa de saúde estariam sendo perseguidos pela atual diretoria. Naquela ocasião, Murad, leu um documento intitulado “Via crucis dos médicos obstetras” de autoria do médico ginecologista e professor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Antônio Augusto Pereira Martins, em que este relatou que, de plantão no início de março, fora impedido de entrar no hospital pelo vigilante Marco Aurélio. Segundo o médico, o funcionário o teria abordado de maneira agressiva. Murad solicitou providências à Comissão de Saúde da Assembléia para que ocorrências como estas não voltem a acontecer. Antônio Pereira esclareceu que, na verdade, o que está ocorrendo é uma ‘briga’ em relação a um processo licitatório que aconteceu no hospital, onde estavam envolvidas duas organizações: a Cooperativa de Obstetrícia e Ginecologia do Estado do Maranhão (Coogma), que prestava serviços na maternidade, e a Cooperativa de Saúde do Estado do Maranhão (Comsaema), que ganhou a licitação. O Centro Integrado de Apoio Profissional (Ciap), que é o parceiro do estado na gestão hospitalar, foi quem abriu o processo seletivo buscando encontrar um parceiro que pudesse prestar serviços nas áreas de anestesia, obstetrícia, pediatria e outros setores. Com o objetivo de esclarecer os fatos, o deputado Antônio Pereira ouviu, inicialmente, os representantes da Coogma que trouxeram a denúncia à AL. E, hoje, ouviu os diretores da Comsaema e do Ciap. “Estamos escutando as partes para que possamos elaborar um relatório, juntamente com a assessoria técnica da Assembléia. O que a gente espera é que a saúde pública possa trazer mais segurança e serviços de qualidade àquelas pessoas que procuram atendimento”, disse Antônio Pereira. As diretoras administrativa e da clínica médica, respectivamente, Mara Rúbia e Bernardete Figueiredo, afirmaram que os serviços obstetrícios melhoraram com a atual cooperativa. “O atendimento na maternidade melhorou 99%, em relação ao empenho da equipe, ao diálogo com a direção, a parte de humanização”, disse Mara Rúbia. Ela esclareceu que a Marly Sarney é tida como leito zero, ou seja: recebe todas as pacientes, mas, caso não tenha vaga, tem que dar um jeito. “Esse é o nosso empenho. Quando os leitos estão lotados, nós nos comprometemos a conseguir uma vaga para essa gestante em outro hospital. Em momento algum, a gente deixa desamparada”, disse.


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