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Pequeno Expediente Antônio Pereira
04 de fevereiro de 2026
Transcrição
O SENHOR DEPUTADO ANTÔNIO PEREIRA (sem revisão do orador) – Senhora Presidente, bom dia. Senhores Deputados presentes à Mesa, prazer em retornar ao nosso trabalho legislativo, iniciados antes de ontem, o último período deste mandato, em que precisamos nos esmerar no sentido de atender cada vez mais a população do Maranhão. Senhora Presidente, para fazer um registro primeiro, que hoje Zé Carlos, do PT, à frente do Incra no Maranhão, está na Região Tocantina, Júlio Mendonça que tem ali um histórico também de ajudar os PAs, os assentamentos Sapucaia, Traíra, Canaã, aquela região, Palmeiras. Hoje, ele está lá reunido com essas três instituições, através das suas associações, exatamente naquela questão daquele conflito social que o ano passado nós discutimos tantas vezes aqui, inclusive chegando até a ser expedido o mandato de desocupação daquela área. E a gente espera que, já que foi feito, que a Suzano compreendeu que era necessário fazer um acordo e fez com o governo, através do Governo Federal, nas comunidades, tanto da Sapucaia quanto na Traíra, ainda temos o Canaã e Palmeiras, para que nós possamos avançar. E aí eu quero o apoio desta Casa, o apoio da Presidente Iracema, dos colegas Deputados que são sensíveis à causa, do Governo do Estado e, outra vez, do Governo Federal. Então, apenas para registrar que já avançamos, tanto na Sapucaia quanto na Traíra, mas faltam outras localidades. E também Deus Proteja, que é outra questão que nós vamos aqui ter que fazer um enfrentamento e mais acima na cidade de São Pedro da Água Branca, que a gente quer levar essa solução dada a Sapucaia e a Traíra para também para esses outros PAs. Mas, senhores, eu vim aqui em uma discussão, Senhora Presidente, em relação à questão da greve de ônibus, dos trabalhadores, dos motoristas aqui em São Luís. Eu quero dizer que ontem, no momento que houve a reunião que tinha os representantes ali tanto do município quanto do Estado, do sindicato dos trabalhadores, dos motoristas e do sindicato dos empresários, e essa reunião foi mediada pelo Dr. Gerson, que exatamente na questão trabalhista, lá como ouvinte estava o Estado, assim como o município, que inclusive, nem o Estado nem o município assinaram na realidade esse acordo que foi feito. Mas foi feito um acordo, capitaneado, mediado pelo Dr. Gerson, exatamente do Tribunal do Trabalho, e que depois alguns motoristas, principalmente, não se sentiram satisfeitos com o acordo que o próprio sindicato tinha feito. O próprio sindicato que eles participam, que eles são componentes, e aí, como dissidentes, quebraram a greve. Não sei se a maioria, pelo que sei a minoria, está acontecendo o que está acontecendo. Portanto, não vejo nenhuma responsabilidade do Governador Carlos Brandão nem do Estado do Maranhão, nesse acordo que foi feito, pois nem assinado foi pelo Governo do Estado. Então, aqui jogar responsabilidade de um para outro, eu acho que isso não resolve o problema. O que se resolve o problema é sentar outra vez, acredito eu, que o doutor Gerson, enquanto autoridade que é e que está mediando este grande acordo vai tomar as providências necessárias, uma vez que foi feito um acordo com os dois sindicatos. Mas reitero, Senhora Presidente, não foi assinado, lá o Estado estava apenas como ouvinte e não assinou este acordo. Portanto, não tem nenhuma responsabilidade, muito obrigado, neste sentido, tem responsabilidade de trabalhar para que se volte, se retorne à normalidade do serviço especializado do centro urbano. Muito obrigado.