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Pequeno Expediente Dra. Helena Duailibe

04 de março de 2026

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Transcrição

A SENHORA DEPUTADA DRA. HELENA DUAILIBE (sem revisão da oradora) – Bom dia, Senhor Presidente desta Sessão, Deputado querido Davi Brandão, colegas deputados, imprensa, servidores desta Casa, subo a esta tribuna para falar sobre um momento muito especial vivido no último sábado, a celebração dos 25 anos da Pastoral da Sobriedade. Comemorados com uma Missa em Ação de Graças, na Igreja de Santo Antônio, no centro de São Luís. A celebração foi presidida pelo nosso Arcebispo, Dom Gilberto Pastana. Com o auxílio do Diácono Rogério Napoleão e reuniu fiéis, agentes pastorais, representantes de diversas Dioceses do nosso Estado. Esteve presente também o nosso colega, Deputado Adelmo Soares. É importante destacar que a Pastoral da Sobriedade nasceu a partir de um gesto concreto da Campanha da Fraternidade 2001, que teve como tema “Fraternidade e as Drogas”, e o lema “Vida Sim, Drogas Não”, ou seja, surgiu como resposta da Igreja Católica a uma realidade dolorosa que atinge tantas famílias brasileiras. Desde então, a pastoral vem realizando um trabalho de suma importância não apenas para a igreja, mas para toda a sociedade. Trata-se de uma missão que acolhe, que orienta e que ajuda na recuperação de pessoas que enfrentam a dependência química e outras situações de vulnerabilidade, promovendo a vida, restaurando famílias e devolvendo dignidade. Quero também destacar que participei de uma missa muito especial, celebrada no dia 28, na Igreja de São Judas Tadeu – santo pelo qual eu tenho grande devoção –, pelos 73 anos de evangelização da Paróquia da Igreja de São Judas Tadeu, localizada no bairro do João Paulo, em São Luís, bairro onde vivi minha infância e construí tantas memórias. Participei da missa votiva ao meio-dia, em ação de graças por esses 73 anos de história, fé e serviço à comunidade. Uma igreja que, ao longo de mais de sete décadas, tem sido sinal de esperança, acolhimento e perseverança para tantas famílias. Recordo, com carinho, das inúmeras vezes em que estive presente naquele templo, ainda na infância, participando das celebrações e fortalecendo minha caminhada de fé. E finalizo minha fala falando do esporte, que também é instrumento de união, de identidade e cidadania em nosso Estado. No último domingo, acompanhamos a grande final inédita do Campeonato Maranhense, que culminou com a vitória do Iape, conquistando seu primeiro título estadual. Registro aqui meus cumprimentos pela importante conquista, mas eu tenho que registrar e saudar com orgulho o meu Maranhão Atlético Clube, o tradicional Demolidor de Cartazes, que por muito pouco não conquistou a sua 19ª estrela do Campeonato Maranhense. Eu tenho certeza de que esse título é do Maranhão, porque esse jogo foi realizado com duas partidas, e a primeira partida o Maranhão teve um gol, que foi gol, mas não foi dado. Então, para mim, o título é do Maranhão. Futebol é assim: feito de superação, de vitórias e também de aprendizados. Eu tive a oportunidade de entrar no campo, de parabenizar toda a diretoria do Maranhão, parabenizar o seu técnico, Marcinho Guerreiro, que faz um grande trabalho, os jogadores todos, falei com o Vagalume, por quem eu tenho um apreço muito grande, o goleiro. E aqui eu quero, então, parabenizar toda a família.