08 de julho de 2025

Carlos Lula cobra prisão de prefeito acusado de matar policial militar no Maranhão

Deputado disse que caso tem gerado revolta popular e pediu providências urgentes por parte da Polícia

Carlos Lula cobra prisão de prefeito acusado de matar policial militar no Maranhão

Deputado Carlos Lula durante pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa

Assecom / Dep. Carlos Lula

Durante a sessão plenária desta terça-feira (8), o deputado estadual Carlos Lula cobrou providências urgentes sobre o assassinato do policial militar Geidson Thiago da Silva dos Santos, ocorrido no último domingo (6) durante uma vaquejada em Trizidela do Vale.

Segundo relatos da polícia, o autor dos disparos seria o prefeito de Igarapé Grande, João Vitor Xavier (PDT), de 27 anos, que teria efetuado cinco tiros contra o policial após uma discussão por conta do farol alto de um carro. O militar estava de folga no evento.

O caso tem gerado revolta popular, sobretudo após o prefeito se apresentar em uma delegacia fora da região do crime, alegar legítima defesa e ser liberado após depoimento.

“Imaginem se fosse ao contrário. Se o policial tivesse matado o prefeito. Ele já estaria preso, com manchetes em todos os jornais, falas oficiais, demissão sumária. Mas como foi um aliado do governador, está solto”, denunciou Carlos Lula.

O deputado classificou como grave a omissão do Governo do Estado e criticou duramente a forma como o caso vem sendo tratado pelas autoridades.

“Não foi um falecimento, foi um assassinato. Um policial foi morto com cinco tiros pelas costas, e o autor está solto, sem entregar nem a arma usada no crime. Isso é um escândalo!”, afirmou.

Carlos Lula também questionou se a ligação política entre o prefeito e o governador Carlos Brandão estaria influenciando o andamento da investigação. “Por que ele está solto? Por ser aliado do governador?”, questionou.

De acordo com a Polícia Civil, a arma do crime ainda não foi localizada, e o prefeito não tinha porte legal. Ele teria informado à polícia que se “livrou” da arma após o crime.

Ao levar o caso ao plenário, Carlos Lula reforçou sua posição de defesa da Justiça e da verdade. “Não se pode admitir dois pesos e duas medidas. Quando a vítima é um policial militar, o Estado precisa dar exemplo. Justiça é prioridade”, lembrou.

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