12 de fevereiro de 2026

Cláudio Cunha e Yglésio Moisés rebatem oposição e reconhecem melhorias feitas pelo governo estadual no sistema de ferry-boat

Ambos falaram sobre ações realizadas pelo governo visando à melhoria do sistema

Cláudio Cunha e Yglésio Moisés rebatem oposição e reconhecem melhorias feitas pelo governo estadual no sistema de ferry-boat

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Cláudio Cunha e Yglésio Moyses falaram sobre o assunto na sessão plenária desta quinta-feira (12)

Agência Assembleia

Os deputados Cláudio Cunha (PL) e Yglésio Moyses (PRTB) contestaram a oposição, na sessão desta quinta-feira (12), por culpar o governo estadual pelos problemas do sistema de ferry-boat, principalmente nos períodos de maior demanda como no Carnaval, e destacaram as melhorias realizadas na prestação desse serviço.

Segundo o deputado Cláudio Cunha, administrar o sistema de ferry-boat é muito complexo, pois se trata de um serviço prestado não em rios, mas em corrente marítima, tornando-o diferenciado e difícil de gerir.

“Não se pode culpar nenhum governo pelos problemas do sistema de ferry-boat. O governo Carlos Brandão modernizou os terminais de embarque e desembarque, reorganizou as filas dos carros, melhorando e muito a prestação desse serviço. As filas vão existir sempre que tiver demanda reprimida”, frisou.

Projetos

Cláudio Cunha disse, ainda, que apresentou vários projetos visando à melhoria do sistema, que atualmente conta com cinco embarcações que fazem a travessia diariamente. Mesmo assim, justificou que as filas continuam porque a demanda é alta.

“Esta Casa aprovou um projeto de minha autoria, denominado Fila Zero, que busca melhorar ainda mais esse sistema. Agora, vou apresentar o projeto Ferry-Web, que visa melhorar ainda mais esses serviços. Vamos dialogar com a Secretaria de Governo (Segov)”, frisou.

O deputado Yglésio Moysés também se juntou ao colega parlamentar na discussão sobre esse assunto. Segundo ele, o que foi falado pela oposição com relação ao sistema de ferry-boat não procede. Yglésio disse que se trata de um modelo que, diante da complexidade da situação, tem se mostrado minimamente eficiente.

“Inclusive, foi uma exigência, e eu recebi o documento aqui, do Ministério Público, para que este modelo fosse mantido. Eu acho que o fiscal da Lei da Probidade não pediria para manter uma operação que não estava dando certo. Normalmente, eles fazem algumas ações quando a operação não está dando certo”, disse o deputado.

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