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Grande Expediente Dr. Yglésio

10 de março de 2026

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Transcrição

O SENHOR DEPUTADO DR. YGLÉSIO (sem revisão do orador) – Bom dia a todos. Março, como foi falado aqui mais cedo, é o mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher. E, lamentavelmente, nós temos visto que isso aí, todo esse espírito de comoção que é gerado dentro da mídia, dentro dos órgãos públicos, nas repartições, instituições de Justiça, muitas vezes, isso não consegue chegar à ponta. Muitas vezes, isso não consegue chegar à ponta. Presidente, obrigado. É porque, ultimamente, tem o barulho aqui. Ele tem extrapolado os decibéis que a boa educação parlamentar pressupõe. Então, nós estamos aqui no mês das mulheres, mas, infelizmente, a gente vê que muita conversa tem sido bonita, mas na hora de efetivar direitos, efetivar proteção, elas terminam não chegando às ações na ponta. Presidente, assim fica muito difícil.

A SENHORA PRESIDENTE DEPUTADA IRACEMA VALE – Senhoras e senhores, tem um Deputado na tribuna, e eu peço a atenção dos colegas. Faça uso da sua fala, Deputado.

O SENHOR DEPUTADO DR. YGLÉSIO – É porque eu vou pedir para a senhora, até hoje o corpo aqui de apoio à Assembleia está fazendo mais barulho do que o normal. Senão a gente não consegue concatenar um raciocínio adequadamente aqui. Fica bem complicado. Jesus do céu! Nós estamos falando de um assunto importante de maneira repetida. Nós estamos falando de um negócio importante de maneira repetida aqui dentro da Casa do Povo, que as mulheres hoje têm toda essa propaganda de Maria da Penha, toda essa situação de comoção, todo esse apelo midiático quando tem uma situação, mas na hora de efetivar o direito, a coisa não vai. Toda semana eu recebo uma situação absurda, Othelino, aqui. Ontem, para ter noção, chegou uma pessoa do sistema prisional do Maranhão, uma funcionária técnica penitenciária, em que ela fez a denúncia no Ministério Público e não foi levada a cabo, porque não conseguiu provar a acusação. Mas olha o que a mulher passava, ela entrava no presídio, tem que deixar o celular do lado de fora, Ariston, ela ficava em uma sala com o diretor do Complexo, que colocava uma arma em cima da mesa e, por 7 anos, teria forçado essa mulher a fazer sexo oral nele, 7 anos. E o diretor está lá trabalhando, porque o Ministério Público recebeu, mas não: “Nós não recomendamos aqui entrar com a denúncia porque nós não temos prova.” Gente, isso é prova diabólica em Direito. Como é que a mulher que não tem um celular, que está em uma sala fechada, vai conseguir denunciar um cidadão que disse que vai matá-la? Então, nós estamos esperando que mais três dessas mulheres venham até a Assembleia para corroborar essas denúncias? Porque isto corroborado, comprovado por mais testemunhos, porque eu acredito piamente no que ela me falou, eu acredito. Isso aqui é coisa, uma das coisas mais graves que já existiu no Maranhão, porque nem em filme de terror, em trilha de terror, uma coisa dessa acontece. Esses sicários aí já estão há muitos anos fazendo isso. Na semana passada, recebi, no final da tarde, no gabinete, a Helen; lá, o marido tem denúncia de 2021, agrediu uma companheira. Começo do ano, ele quase mata de bater um cidadão com quem ele teve uma desavença na rua. Agora, botou a mulher para fora de casa, arrancada de fora de casa, para fora de casa, arrancada, Júlio, para fora de casa. A menina Vitória, o pai, um verdadeiro estuprador, o advogado Edmundo, está lá solto, estava tomando vinho no final de semana, dizendo que cão que late não morde. Então assim, tem muita conversinha bonita em cima de defesa da mulher, mas, na hora de fazer a coisa acontecer, não faz. Sabe por quê? Porque o networking, o poder financeiro, as amizades vão protegendo, as mulheres vão sendo culpabilizadas, têm culpa: “Ah, porque fez isso”, “Ah, porque fez aquilo”, “Ah, por que não denunciou?” Como é que denuncia vendo um estado de coisas em que leva a denúncia e não acontece absolutamente nada? Nada. Aí, quando é de interesse, rapidinho acontece o que eles querem, rapidinho acontece o que eles querem. As coisas realmente estão difíceis no Brasil, sabe por quê? Porque de cima desce uma sinalização para a bandidagem. Ontem, saiu aqui, meus colegas da Oposição, lulistas aqui, eles com certeza não vão falar, mas está lá o Governo Lula, o Itamaraty tentando negociar, pedir pelo amor de Deus para o governo americano não considerar o Comando Vermelho, o PCC organizações terroristas. Até o pessoal da Globo News, que normalmente tem uma postura pró-governo, ficou escandalizado, mas é isso que acontece, por quê? Porque a sinalização é pró-bandidagem. O que está acontecendo aí no Banco Master, em relação a este caso, é a prova de que este Brasil acabou, acabou, isso aqui não tem mais jeito, porque cada um, no seu interesse, apenas quer usar o aparelho judiciário em benefício próprio. A Constituição, ela é um conto do passado no Brasil, infelizmente, porque não se respeita nada aqui, não se respeita o dever moral e legal de um magistrado não ter contato com as partes. Alexandre de Moraes era advogado de Daniel Vorcaro, informalmente, e esta coisa fede mais à medida em que a própria esposa do ministro vai falar besteira, que fez 36 pareceres e supostamente 96 encontros. Recebendo a bagatela e contratual de R$ 129 milhões, é o parecer mais caro do planeta, não existe um mentor na Terra. Até se o Steve Jobs ressuscitasse para dar palestra, fazer curso, provavelmente, não tinha um valor de parecer como esse, porque realmente é muito conhecimento que a dona Viviane Barci de Moraes tinha. E aqui o pessoal acha normal, acha legal, eles são os verdadeiros sicários, eles, porque eles mataram a Constituição. Bolsonaro foi condenado com uma minuta não assinada na mão de um assessor. Alexandre de Moraes estava trocando mensagem com o maior criminoso financeiro que o Brasil já teve. O nosso Jordan daqui para quem assistiu aquele filme do Lobo de Wall Street, é isso. O Bernie Madoff americano aqui o Vorcaro e o Toffoli advogava para ele, o ministro Alexandre de Moraes advogava para ele. E sabe qual está sendo o problema do Brasil hoje? É a Polícia Federal. É a primeira vez que um tribunal no planeta Terra, e só no Brasil isso aí, Presidente, que este pessoal é capaz de fazer, consegue reclamar do trabalho da Polícia Federal que é preciso dar um freio na Polícia Federal. O Supremo quer agora que quem está investigando não investigue. Por quê? Porque não é de interesse deles. Olha o peso. Quando era para condenar Bolsonaro, uma minuta não assinada com depoimento de Maurício Cid dizendo: nunca ouvi o presidente falar. Nunca vi ele se reunir. Mas ele estava por lá. Alexandre de Moraes gozava de amizade, negócios, com Daniel Vorcaro e está solto. Está tão solto, Presidente, o Alexandre de Moraes, que hoje chegou uma busca e apreensão na casa do jornalista Luís Pablo, de manhã, Deputado Othelino, vocês da imprensa, cuidado – a Federal bateu na casa do Luís Pablo, com ordem do Xandão. Agora, eles ficam espertos aqui. Os oposicionistas abriram o olho. Então, o Luís Pablo, ao final, Deputado Othelino, recebeu uma visita da Federal hoje – sabe por quê? Porque o Luís Pablo conseguiu descobrir que o Flávio Dino usava, de maneira ilegal, porque não fez o cumprimento adequado dos ritos de cessão do carro – um carro blindado do TJ Maranhão, que o Desembargador Froz, aquele dos recursos do Maranhão para o Banco BRB; aquele que disse que não, que era 1% e que ia render cinco vezes mais; o gênio financeiro do Tribunal de Justiça, que não senta aqui ao meu lado por ter seus interesses contrariados quando a gente fala aqui; que não aceita ser contrariado, esse pessoal comete ilegalidade, vai atrás da imprensa para fazer fishing expedition, para recolher computador, para recolher celular. Alexandre de Moraes, um canalha perseguindo a imprensa, já até do Maranhão. E a gente sabe a pedido de quem é, porque, ó, unha e carne, “Xandão” com seu Dino, unha e carne. Manda lá em casa, pode mandar. Eu estou esperando mandar. Não sou Roberto Jefferson, Deputado Leandro Bello, eu estou esperando. É para mandarem lá em casa. Eu estou pedindo, Ministro Alexandre de Moraes, para o senhor atender ao pedido do seu best friend, aquele que foi flagrado numa reunião dizendo que R$ 16 milhões não eram problema nenhum em relação ao Dias Toffoli, para mobilizar a agenda nacional. Aquele que tirou do Ministro Humberto Martins, todos os dados do processo sobre o assassino Gibson, que matou não só um, mas mais de um, que foi contratado na Seduc, que foi, na verdade, que matou o cara que trabalhava na Seduc e que também respondia por uma série de crimes. Está lá o Gibson, protegido em Brasília. Eu já soube que a mulher do Gibson parece que comprou até apartamento no Renascença, que está indo de avião, Othelino, direto para Brasília. Eu queria saber quem está custeando isso aí. Eu só queria saber quem está custeando essas viagens da mulher do Gibson para Brasília, Gilberto Leda. Eu queria saber toda essa mudança repentina de padrão de vida. O verdadeiro sicário está sendo protegido pelo Supremo Tribunal Federal. O sicário Gibson está sendo protegido dentro do Supremo Tribunal Federal. Tem um Senador da República, que puxaram o processo do nada, para agora colocar um Senador da República para se justificar com base no depoimento da esposa do cidadão, de um cidadão que não matou um, matou e matou de novo. Então, olha, nós vivemos um momento de instrumentalização do Supremo. A gente já sabe o que é essa chantagem que estão querendo fazer, que é por isso que a carniça do PT não vai se juntar aí com o Governador do Estado, pela pressão que está pegando lá em cima, como todo mundo conhece o que está acontecendo. Supremo Tribunal Federal completamente vinculado à política, a citar Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Gilmar Mendes nominalmente citados aqui. Fiquei muito à vontade para colocarem aí as suas denúncias para esse bunda-mole desse Procurador-Geral da República, que deveria processar Alexandre de Moraes, mas que não. Para prender uma velhinha era rápido, para prender uma mãe que escreveu “perdeu mané” numa estátua foi ligeiro. Pediu 14, 15 anos de condenação. Agora, para prender o Daniel Vorcaro, não, não tem necessidade dessa urgência. Está lá, calado, destruindo a sua biografia. Paulo Gonet está destruindo a biografia dele, destruindo a credibilidade da Procuradoria-Geral da República, do Ministério Público Federal. Tenho amigos Procuradores que vivem hoje envergonhados, estão envergonhados com o que está acontecendo. Bolsonaro foi processado por importunação de baleia, por joia que a CGU concluiu que não tem legislação. Ele tinha o direito de ficar, até porque Lula levou 6 caminhões-baú quando foi embora do segundo mandato. Levou muito mais coisas. Mas quando é o Lula, tudo é tranquilo. Quando temos a PGR do lado do Governo Lula, tudo pode. Quando Alexandre de Moraes passa por cima da lei, cospe na Constituição, ignora a moralidade. Zomba da inteligência alheia quando vem dizer que um parecer custou um milhão de reais. Primeiro, ele não tinha que se manifestar. Agora a água está subindo ao nível dos glúteos, para não dizer que está batendo na bunda, e não ser descortês. Gostou, Bandeira? A coluna hídrica subiu ao nível glúteo máximo. A água subiu na bunda, bateu na bunda, Júnior. Então, esse aqui é o estado de coisas. Como eu disse, março vai ser o mês Internacional da Mulher, mas o mês internacional da chantagem. Foram defendidas honras aqui, já atribuindo a quem não tem nada a ver com a história. Reportagem da revista Piauí, Folha de São Paulo, que é um veículo dinista, capeliano, que tem sempre matérias favoráveis, que quando tem um coisa ruim do Dino, lá, milagrosamente, quase nunca aparece nada contrário. Ele, o Dino, fonte de tantas jornalistas em Brasília, sob as condições de anonimato, um magistrado disse: “Então, os verdadeiros sicários estão lá na STF.” Veja a que ponto chegar um desembargador federal, que foi apontado outro dia em mensagens pressionando um Governador de Estado a sair, enumerando pontualmente, numerus clausus, cinco pontos que o Governador deveria cumprir para ele sentar, abre aspas: “sentar e governar até o final”. É esse pessoal que nós temos aqui no Estado do Maranhão, como arautos de moralidade, é esse pessoal que, quando a Roseana Sarney deixou de ser Governadora do Estado, meteram mais de 100 processos na Roseana, para ela passar anos e anos e anos respondendo. Essa situação judiciária está tão grave. Está aqui, recebi aqui ainda agora, o Desembargador José Joaquim, que eu questionei uma decisão dele legitimamente, uma decisão bizarra, aqui por palavras. Está aqui, me interpelou criminalmente e já converteu uma petição criminal como calúnia e difamação. Não consegue mais nem ler, nem ler o que está na Constituição, da inviolabilidade. Da mesma forma que ele tem inamovibilidade, que ele tem vitaliciedade, eu tenho, dentro da minha possibilidade, o direito de questionar. Eu não o chamei de ladrão, eu não o chamei de vendedor de sentença, eu não o chamei de criminoso. O que eu disse? É que uma decisão que libera um milhão e meio de reais para uma receptadora de dinheiro desviado, lavado, e que isso resta comprovado nos autos, é uma decisão estranha, porque colocar isso como honorários alimentares, eu vou dizer. Meu cartão, eu luto para gastar aí R$ 4 mil por mês de comida, que, graças a Deus, minha mulher trabalha, essas coisas lá, ela também paga umas continhas dentro de casa, não é a esposa troféu, apesar de ser uma princesa. Mas, meu amigo, haja fome desses advogados. E aí eu questionar que a decisão foi dada no sistema no momento que o desembargador estava em uma missa, há seis minutos a pé do local, ele acha que vai me intimidar. Está para nascer, Zé Joaquim, o cidadão para me intimidar, principalmente quando eu sei que eu estou tranquilo falando a verdade. Se eu não estivesse, eu ia me preocupar, eu ia me preocupar. Agora, quem tem que se explicar ao CNJ e que está chegando a sua hora é o senhor. O senhor vai sim, o senhor vai se explicar ao CNJ. Nós estamos preparando uma representação robusta, não é essa brincadeira aqui que o senhor coloca de achar que um deputado não pode criticar um membro do Judiciário com Animus difamandi. Meu animus é de proteção integral à sociedade, de decisões como essas que favorecem o crime organizado. Pode não ter sido a sua intenção, mas favoreceu. E aí, o que se faz neste momento? É para ficar caladinho, porque o desembargador, ele vai se zangar, ele vai me marcar, como se eu fosse um bandido para ter medo do que vai acontecer comigo por conta do desembargador. Tem um monte de gente decente no Tribunal de Justiça do Maranhão. Acima, tem o STJ e acima ainda tem uma boa câmara, uma turma, uma boa turma no Supremo Tribunal Federal, lá do lado do André Mendonça. Então, as minhas chances de desgraça no STF são de 50%, Júlio, é bom. Sabe por quê? Porque Deus sempre me colocou no 50% do bem. Sabe por quê? Porque eu não subo aqui querendo o mal de ninguém. A única coisa que eu gostaria é que as coisas fossem definidas nas urnas e não no tapetão. Eu não me incomodo do Deputado Júlio Mendonça ser reeleito, gosto muito dele, do Deputado Rodrigo, do Deputado Carlos Lula, Othelino, Leandro Bello, tem nenhum incômodo com isso. Não torço pela desgraça de nenhum colega de Oposição, jamais. Isso aí foi uma coisa que não tem, quem me conhece sabe que não tem no meu coração. Não torço contra o Felipe Camarão, não torço contra o Márcio Jerry, mas também não torço para que o tapetão, ele seja um instrumento dentro aqui da atuação política do Maranhão. E, lamentavelmente, estas coisas aqui que são ditas às vezes: ah, tem um Sicário aqui fazendo não sei o que. Gente, o pessoal está morrendo de medo aí do Gilbson, de fato, sair da proteção da Polícia Federal. Daqui a pouco, o pai dele, que eu já processei, vou meter mais um processo…

O SENHOR DEPUTADO OTHELINO NETO – Não esqueça do aparte, Deputado Yglésio.

O SENHOR DEPUTADO DR. YGLÉSIO – A cada publicação, nós vamos. A cada publicação do Gilbson, do pai do Gilbson, do Gilbson pai, nós vamos processar. Por quê? Porque não é jornalismo, é ataque, é para chamar de doido, desequilibrado, ele não ataca um argumento. Ele não ataca um argumento, ele não desfaz uma linha do que eu disse. Quem desfizer uma linha, fique à vontade, eu não sou dono da verdade, eu não sou detentor de conhecimento absoluto, longe disso. Tenho a humildade de saber que tenho muito a aprender e muito a me modificar também, em busca de ser uma pessoa melhor. Mas, achar que eu vou participar calado, vendo um assassino, ser protegido, processo sigiloso, em um cara que já estava condenado, é por isso que esses áudios aí, principalmente os novos, são nauseantes. É pior do que eu imaginava. Infelizmente, eu tive que voltar a andar armado, porque o que está sendo colocado aqui é coisa realmente para prender. O que essa turma aí, o que ex-secretário maranhense tem feito, ameaçado as pessoas, gravado em áudios Deputados Federais, não pararam, continuam ameaçando, continuam tentando subverter a ordem democrática. E não é defesa de democracia que nem Alexandre de Moraes, não, que ele é a democracia, que contra ele nada pega, que ele é imune a tudo que está acontecendo. Um jornalista hoje teve a sua casa sede de visita da Polícia Federal por conta, muito provavelmente, de ter informação de exercer o jornalismo – porque, se é ilegal, o jornalista tem o direito de colocar para a sociedade. Afinal, Deputado Júlio, nós somos agentes públicos. Eu só espero que a imprensa não se intimide, a imprensa não se acovarde. Eu só espero que a imprensa faça como o Metrópoles tem feito, como até alguns repórteres da Globo, tirando Andréia Sadi, mas a Malu Gaspar tem se levantado porque já chegamos ao fundo do poço. Nós já chegamos ao fundo do poço. Não é possível, Senhores e Senhoras, aceitar ir mais profundamente do que o caos que essas pessoas nos colocaram. Não é possível nós continuarmos aceitando de cabeça baixa o que o conluio do PT com o STF, e até o Congresso: olha o Alcolumbre aí, atolado no escândalo do Master, caladinho, rezando para ver se vira a pauta. Período difícil do tempo que vivemos, período muito difícil esse dos tempos que vivemos, em que o Presidente da República pede para não classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações criminosas. O Presidente do Congresso Nacional, o Senador Davi Alcolumbre, dá festinhas dentro da casa dele para os maiores ladrões do Brasil. E, lamentavelmente, a casa máxima judiciária, a Corte Suprema do Brasil, está afundada no lodo, na lama e ainda arrotando caviar.