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Pequeno Expediente Florêncio Neto

04 de fevereiro de 2026

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Transcrição

O SENHOR DEPUTADO FLORÊNCIO NETO (sem revisão do orador) – Senhora Presidente Deputada Iracema, Senhores Deputados, Senhoras Deputadas, imprensa que acompanha hoje aqui esta Sessão, maranhenses que nos acompanham pela TV Assembleia e pelas redes sociais. Senhora Presidente, eu venho aqui rapidamente ocupar esta tribuna hoje para relatar uma preocupação que tive após ouvir uma sequência de pronunciamentos hoje neste Pequeno Expediente. Eu acredito, Deputado Fernando, que esta Casa deve ocupar um papel muito importante em toda essa celeuma pertinente à greve. E digo isso porque foi aventado aqui, falado reiteradamente que se trata de movimentos políticos. E aí eu vou lembrar a cronologia, que não nos deixa falhar, Deputada Cláudia. Se é uma celeuma que se levanta todos os anos, então todos os anos nós temos eleição? Todos os anos nós temos uma data reservada a uma disputa eleitoral? Essa celeuma da greve não está acontecendo só em 2026. Essa celeuma da greve aconteceu todos os anos da nossa legislatura. E, Deputado Davi, é claro que nem todos os anos nós temos eleição aqui. Portanto, eu acho leviano trazermos a essa Casa, trazermos à tribuna da Assembleia que esse problema se trata de imposição ou de movimento político para desgastar A ou B. A meu ver, essa Casa precisa mediar toda essa confusão. Essa Casa precisa dialogar com todos as partes. Essa Casa precisa, Deputado Ricardo Rios, muito mais trazer temperança ao caso do que jogar mais gasolina onde nós já temos uma labareda acesa. E eu queria, nesse momento, fazer de alguma forma um pedido especial a todos os envolvidos e que podem dar fim a esse problema que repercute, e repercute de maneira tão dolorida em quem mais precisa, no trabalhador da cidade de São Luís. Eu queria pedir ao Prefeito Eduardo Braide que ele peça também, Deputado Catulé, a sua bancada de Deputados estaduais para que não coloquem mais fervura nesse caldo. Para que ele peça que não haja esse debate política numa causa que é unicamente administrativa. Que todos os personagens não se notabilizem nessa disputa, Deputado Antônio, por pecar por omissão de forma alguma. Porque a omissão repercute e representa sofrimento do trabalhador que mais precisa lá na ponta. Esse é um apelo que eu precisava trazer a essa tribuna. Apelar para que a gente tenha essa responsabilidade de entender que não é com essa postura que nós ajudaremos a cessar essa batalha. O Governador Carlos Brandão não tem se omitido. Tem tentado dialogar com quem precisa dialogar, para que a gente possa trazer uma solução. Eu vi aqui quase uma vibração, quase uma comemoração por não ter sido concretizado um acordo que chegou tão perto e que eu acredito que se concretizará. Como se isso fosse algo que pudesse deixar qualquer um de nós felizes. Eu vou continuar trabalhando, conversando e dialogando, cobrando do Adriano Sarney, da MOB, conversando com o Governo e pedindo que o Prefeito Eduardo Braide coloque à disposição toda a força e toda a capacidade que seja necessária, para que a gente possa sanar esse problema da maneira mais urgente possível. Eram essas minhas palavras, Senhora Presidente.