02 de julho de 2025

Programa ‘Saúde e Bem- Estar’ aborda reprodução humana e os avanços na área

O obstetra Bruno Alex Maciel explicou, por exemplo, tipos de gravidez, processo para identificação do sexo do bebê, congelamento de óvulos e outros assuntos interessantes sobre gestação

Programa ‘Saúde e Bem- Estar’ aborda reprodução humana e os avanços na área

Leda Lima recebeu, nesta quarta-feira, o médico Bruno Alex Maciel com o qual conversou sobre reprodução humana

Agência Assembleia / Foto: Miguel Viegas

O programa “Saúde e Bem-Estar”, da Rádio Assembleia (96,7 FM), desta quarta-feira (02), abordou o tema reprodução humana, com o médico ginecologista e obstetra Bruno Alex Maciel. O especialista em reprodução humana conversou com a radialista Leda Lima, detalhando e orientando sobre os sinais iniciais da gravidez, assim como a gestação fora do útero.

Inicialmente, Bruno Alex esclareceu o que é a reprodução humana e a reprodução assistida, destacando a diferença entre ambas. “A reprodução humana é o processo de fecundação natural que acontece na tuba uterina da mulher. Enquanto a reprodução assistida é aquela que acontece quando há uma dificuldade no processo de fecundação natural por um motivo ou outro do casal, aí se precisa fazer a reprodução assistida, que consiste num conjunto de técnicas laboratoriais de orientação do ginecologista como, por exemplo, a inseminação ou fertilização in vitro”, explicou.

Identificação do sexo do bebê

O médico esclareceu que existe um procedimento chamado análise genética dos embriões que permite investigar, pela análise cromossômica do DNA, e se fazer uma triagem das síndromes, assim como identificar o sexo do nenê. “Nessa etapa, é possível, por meio da análise do cromossomo sexual se identificar o sexo do nenê. Então, é possível, sim, se saber o sexo do nenê no processo de reprodução assistida. Mas esse é um procedimento restrito e adotado em casos específicos por conta do respeito à ética médica”, explicou.

Bruno Alex ressaltou que a idade da mulher é o fator preponderante para os tratamentos, uma vez que ela carrega o óvulo de acordo com sua idade. “E o fator tempo interfere diretamente no organismo da mulher. Então, uma mulher com 40 anos de idade, no processo de reprodução assistida, só tem 25% de chances de engravidar, enquanto outra, na faixa de 25 anos, terá 70%”, exemplificou.

Congelamento dos óvulos

O médico esclareceu que, hoje, uma mulher que opta por engravidar só a partir dos 25 anos pode fazer o congelamento dos óvulos, no processo de reprodução assistida.

“Isto permite a mulher engravidar com uma idade mais avançada, ou seja, é como se ela tivesse 30 anos, mas tendo 40. Não é uma garantia de gravidez, mas uma garantia de parada no tempo da mulher reprodutiva, o que é um benefício muito grande. Então é possível congelar os óvulos e não é tão caro quanto parece”, ressaltou.

Sinais de Gravidez

Por fim, Alex Maciel esclareceu sobre os sinais de gravidez são classificados como de presunção, probabilidade e certeza. “Vou abordar aqui somente sobre os sinais de presunção, que são aqueles em que a mulher desconfia que está grávida, como, por exemplo, náuseas, vômitos, dor na mama e atraso na menstruação. Esses sinais só vão aparecer quando a mulher estiver com seis ou oito semanas de gravidez. Quando a mulher engravida muito cedo e quer saber logo, aí a gente pede o exame Beta HCG de sangue e urina para confirmar ou não”, finalizou.

Apresentado pela jornalista Leda Lima e pela radialista Marina Sousa, o programa Saúde e Bem-Estar vai ao ar todas as quartas-feiras, às 11h. A entrevista completa está disponível no Youtube e pode ser acompanhada por meio do link

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