‘Maranhão no Campo’ destaca inovação no ensino, avanço logístico e protagonismo feminino na agricultura familiar

Agência Assembleia

O programa ‘Maranhão no Campo’ exibido pela TV Assembleia, neste sábado (13), abordou diversas iniciativas que impulsionam o desenvolvimento da zona rural e fortalecem a economia e a cultura do estado. Com foco em tecnologia, sustentabilidade e valorização social, o apresentador Mário Porto apresentou projetos que refletem o trabalho diário de quem move o Maranhão.

O primeiro destaque foi o projeto de piscicultura do IFMA – Campus Maracanã, uma iniciativa idealizada por professores e executada na prática pelos alunos. O projeto vem transformando o processo de formação profissional, aliando teoria e prática para fortalecer o ensino, ampliar a pesquisa e garantir resultados relevantes para a produção local. A reportagem mostrou como a estrutura do campus e o envolvimento da comunidade acadêmica têm contribuído para o avanço da piscicultura sustentável no estado.

Na sequência, o programa exibiu o novo balanço de movimentação de cargas do Porto do Itaqui, que registrou mais um recorde histórico. Os números confirmam o crescimento das operações e reforçam o papel estratégico do terminal na economia maranhense, ampliando oportunidades, atraindo investimentos e fortalecendo a competitividade do estado no cenário nacional e internacional.

Após o intervalo, a edição trouxe uma reportagem especial sobre o Festival Gastronômico do Itaqui-Bacanga, evento que celebra o talento e a força das mulheres da região. O festival valoriza a agricultura familiar e apresenta receitas tradicionais, reafirmando a importância da produção local e da autonomia feminina na construção de novas oportunidades econômicas e culturais.

O Maranhão no Campo vai ao ar todos os sábados, às 8h da manhã, na TV Assembleia (canal 9.2) e nas redes sociais, levando informações e histórias que destacam o desenvolvimento do setor rural do estado.

Presidente da Fetaema destaca avanços e desafios da agricultura familiar em entrevista ao ‘Maranhão no Campo’

Agência Assembleia / Foto: J.R. Lisboa

A presidente da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Maranhão (Fetaema), Ângela Silva, foi a entrevistada do programa ‘Maranhão no Campo’, exibido pela TV Assembleia neste sábado (6). Durante a conversa com o apresentador Mário Porto, ela falou sobre avanços recentes, desafios históricos e a importância da agricultura familiar para a economia e para a segurança alimentar do estado.

A entrevistada destacou que os últimos anos foram decisivos para o fortalecimento das políticas voltadas ao campo. Segundo ela, o alinhamento entre os governos estadual e federal trouxe resultados concretos. “A reeleição do presidente Lula e o alinhamento com o governador Carlos Brandão, trouxeram uma sensibilidade maior para a agricultura familiar. Para nós, tem sido um marco”, disse.

Ângela reforçou que o período foi marcado por avanços importantes, mas que ainda há muito a ser construído. Durante a entrevista, ela falou sobre a realização da última edição do tradicional Grito da Terra, manifestação que reúne trabalhadores rurais de diversas regiões do estado.

“Tivemos uma representação de mais de 100 municípios, mostrando as diferentes realidades e desafios. O Maranhão é muito diversificado, e a gente tenta organizar para que haja representatividade de fato dos trabalhadores e trabalhadoras rurais”, explicou.

Diálogo

Ângela Silva destacou que o diálogo com a Assembleia Legislativa e outras instituições tem sido fundamental. “Ser atendida na Assembleia Legislativa, ter o apoio e o acolhimento da presidente Iracema Vale e dos deputados, é muito diferente. Isso mostra que o diálogo funciona”, declarou.

Ângela também comentou resultados práticos das reivindicações feitas pela categoria durante o Grito da Terra, como o Programa Tempo Certo e a entrega de equipamentos agrícolas. “Foi dado o primeiro passo. Tem críticas e elogios, mas o primeiro passo é importante para que a gente possa dar continuidade, melhorando e aprendendo com os agricultores e agricultoras familiares”, avaliou.

Ela lembrou ainda das dificuldades enfrentadas no campo, como os efeitos das mudanças climáticas e a diminuição da mão de obra. “A gente planta a mesma quantidade de área, mas já não colhe o mesmo. O campo está envelhecendo e precisamos atrair a juventude, dar condições para que o trabalho seja menos doloroso”, disse.

Mulheres

Primeira mulher eleita e reeleita presidente da Fetaema em 53 anos da entidade, Ângela relatou os desafios enfrentados. “Por mais que a gente tenha conquistado direitos, ainda não estamos livres do patriarcalismo, do machismo e da violência política. Mas temos conseguido avançar”, afirmou.

Ao relembrar a premiação recebida durante a última edição da Feira da Agricultura Familiar, ela se emocionou. “O troféu Babaçu conta um pouco da história das mulheres da minha família e de tantas famílias maranhenses. As quebradeiras de coco são protetoras do babaçu, que é um patrimônio do Maranhão”, concluiu.

O programa ‘Maranhão no Campo’ vai ao ar aos sábados, às 8h, na TV Assembleia (canal 9.2, TV aberta; canal 309.2, Sky; e canal 17, Max TV), com reprise aos domingos, no mesmo horário.

‘Maranhão no Campo’ destaca Feira Nordestina da Agricultura Familiar

Agência Assembleia

O programa ‘Maranhão no Campo’, exibido neste sábado (29) na TV Assembleia, destacou o trabalho da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (AGERP/MA) durante a 4ª Feira Nordestina da Agricultura Familiar e Economia Solidária (FENAFES). Na entrevista, a presidente da AGERP, Francilene Paixão de Queiroz, ressaltou as ações de assistência técnica, ampliação de equipes, investimento em pesquisa e o apoio direto ao Garantia-Safra.

Segundo ela, a feira reforça a importância do contato direto entre agricultores e conhecimento técnico.

“O público pode conhecer novas tecnologias da agricultura familiar e vivenciar as riquezas culturais e naturais das nossas comunidades tradicionais e dos assentamentos da reforma agrária”, afirmou.

Francilene explicou que a atuação da AGERP tem sido determinante para impulsionar a produção rural no estado.

“A AGERP trabalha com assistência técnica e pesquisa. Com isso, nossos técnicos chegam na ponta, mais próximos do agricultor, auxiliando para melhorar a produção e garantir resultados mais seguros”, disse.

Ela destacou que 2025 tem sido um ano marcado pelo fortalecimento das políticas voltadas ao campo.

“Foi um ano muito produtivo, em que fomentamos ainda mais os investimentos na agricultura familiar. E a assistência técnica não poderia ficar de fora desse avanço”, completou.

De acordo com a entrevistada, esse esforço conjunto tem refletido na produtividade. “A contribuição da AGERP é visível. Estamos conseguindo colheitas maiores e rendimentos melhores, especialmente para os pequenos produtores”, enfatizou.

Francilene também comentou a ampliação das parcerias com o Governo do Estado, incluindo o Plano Safra e o Garantia-Safra.

“O Governo tem essa preocupação de garantir apoio real. Ampliamos a quantidade de técnicos em campo e fortalecemos ações estratégicas como o Garantia-Safra”, afirmou.

Neste ano, cerca de 3 mil agricultores se inscreveram no programa.

“Beneficiamos oito municípios, com aproximadamente um milhão e meio de reais. O Garantia-Safra é um benefício financeiro essencial, e a AGERP orienta e capacita os agricultores para que tenham acesso seguro a esse recurso”, explicou.

Por fim, Francilene reforçou o compromisso da agência com o desenvolvimento do campo.

“Nosso propósito é garantir que cada agricultor tenha condições reais de produzir mais e melhor. A AGERP está presente, atuando de forma técnica e humana para fortalecer quem vive da terra”, concluiu.

Assista ao programa na íntegra:

‘Maranhão no Campo’ aborda importância da assistência técnica veterinária e do bem-estar animal

 Agência Assembleia / Foto: Miguel Viegas 

A assistência técnica veterinária voltada para a promoção do bem-estar animal e a prevenção de maus-tratos foi tema da entrevista com o médico veterinário Anderson Mateus Santos Saraiva, da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (AGERP), exibida neste sábado (22), no programa Maranhão no Campo, da TV Assembleia.

O especialista destacou a relevância da atuação da AGERP junto aos agricultores familiares, ressaltando que a agência é responsável por promover orientação técnica, manejo adequado e boas práticas de produção e cuidado com os animais.

“Nós trabalhamos com ênfase na promoção de assistência técnica e extensão rural a agricultores familiares, que incluem tanto produtores rurais quanto pecuaristas. Nosso objetivo é garantir que os animais sejam criados de forma digna, com qualidade de vida e respeito ao bem-estar”, afirmou.

Durante a entrevista, o veterinário pontuou as cinco liberdades fundamentais do bem-estar animal, que orientam as práticas adotadas pela AGERP. “Os animais devem estar livres de fome e sede, de estresse, doenças e de condições que lhes causem danos físicos ou psicológicos para desenvolver seus comportamentos naturais”, explicou o entrevistado.

O profissional reforçou que a falta de conhecimento ainda é uma das principais causas de maus-tratos, muitas vezes não intencionais, mas decorrentes de práticas inadequadas de manejo. “Infelizmente, o que ainda temos é muita falta de conhecimento sobre as práticas de bem-estar. Maus-tratos não é só quando alguém espanca ou atropela. Também inclui manter animais aprisionados, sem alimentação, sem higiene ou em condições inadequadas”, alertou.

Combate ao estresse 

Ele enfatizou que os profissionais da AGERP atuam não apenas na assistência técnica, mas também na educação e conscientização dos produtores. A entrevista também abordou os impactos do estresse e do sofrimento animal na qualidade dos produtos destinados ao consumo humano, especialmente próximo ao período de abate.

“Está comprovado cientificamente que animais submetidos ao estresse e aos maus-tratos têm respostas fisiológicas negativas que interferem no produto final. Por isso, precisamos reduzir ao máximo o sofrimento, o estresse e a dor, garantindo respeito à vida até o fim da jornada”, afirmou.

O programa ‘Maranhão no Campo’ é apresentado por Mário Porto e vai ao ar aos sábados, às 8h, na TV Assembleia (canal 9.2, TV aberta; canal 309.2, Sky; e canal 17, Max TV), com reprise aos domingos, no mesmo horário.

Secretário adjunto da Sagrima fala sobre entrega de cartões do Tempo de Semear

Agência Assembleia

O secretário adjunto de Agricultura do Maranhão (Sagrima), Sérgio Delmiro, foi o entrevistado do ‘Maranhão no Campo’ deste sábado (15), na TV Assembleia, onde destacou o início da entrega dos cartões do programa ‘Tempo de Semear’ para agricultores, no valor de R$ 2 mil.

Antes da entrevista, o programa, apresentado por Mário Porto, também exibiu reportagens especiais sobre encontro de galos gigantes, flores na agricultura familiar e modernização do beneficiamento do camarão.

O secretário adjunto da Sagrima destacou a importância e o alcance da entrega dos cartões do programa ‘Tempo de Semear’ para agricultores e até para quebradeiras de coco, em outra fase.

“É muito importante o programa ‘Tempo de Semear’, que facilita o acesso dos agricultores a sementes, insumos e equipamentos agrícolas. Já fizemos a entrega dos cartões nesta semana em 57 municípios,
e vamos chegar a 117 até o começo de dezembro. É um programa que veio para inovar a agricultura familiar e depois vai chegar aos demais. Depois, as quebradeiras de coco também vão receber “, assegurou.

O programa ‘Maranhão no Campo’ vai ao ar aos sábados, às 8h, na TV Assembleia (canal 9.2, TV aberta; canal 309.2, Sky; e canal 17, Maxx TV), com reprise aos domingos, no mesmo horário. 

Assista ao programa na íntegra:

‘Maranhão no Campo’ – Mulheres fortalecem agricultura familiar e inspiram outras produtoras rurais

Agência Assembleia / Foto: J. R. Lisboa 

O programa ‘Maranhão no Campo’, exibido neste sábado (1º), pela TV Assembleia, recebeu Maria Antônia Cavalcante, presidente da Associação Mulheres do Campo em Ação. Na oportunidade, ela falou, entre outros assuntos, sobre o trabalho desenvolvido pela entidade, que vem transformando a realidade de dezenas de agricultoras da zona rural de São Luís.

Criada em 2022, a associação reúne atualmente 56 mulheres de 12 comunidades e participa de importantes programas institucionais, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Cozinha Solidária, ambos do Governo Federal; Programa de Compras da Agricultura Familiar (Procaf), iniciativa do Governo do Maranhão; entre outros voltados ao fortalecimento da agricultura familiar. “A gente tem priorizado trazer capacitações para as mulheres, porque com o ensino e as formações, cada uma tem como se desenvolver cada vez mais”, destacou Maria Antônia.

A presidente também ressaltou a importância da união e do trabalho coletivo. “Na nossa horta coletiva, fazemos uma escala de mulheres para trabalhar, umas pela manhã e outras à tarde, e tudo o que é vendido é dividido entre elas. A gente tem conseguido bons resultados”, afirmou. Segundo ela, o apoio dos companheiros também tem crescido. “No início havia resistência, mas hoje já temos maridos que ajudam nas entregas e no cultivo, entendendo que o sucesso da associação é o sucesso da família”, completou.

Comercialização

Além das ações de capacitação e produção, a Associação Mulheres do Campo em Ação participa ativamente de feiras, como a Exposição Agropecuária do Estado do Maranhão (Expoema) e a Feira Maranhense da Agricultura Familiar (Femaf), e vem conquistando cada vez mais espaço e reconhecimento. “A gente espera cada vez mais visibilidade, não só para as mulheres da associação, mas para a agricultura familiar de forma geral. Como a gente costuma dizer: se o campo não planta, a cidade não janta”, ressaltou Maria Antônia.

Para ela, o crescimento da associação é prova de que a força feminina no campo é capaz de transformar comunidades inteiras. “Começamos com 18 mulheres e hoje somos 56. Isso mostra que o nosso trabalho tem dado frutos e servido de exemplo para muitas outras”, finalizou.

Esta edição do programa ‘Maranhão no Campo’ foi apresentada pelo jornalista João Carvalho. O programa vai ao ar aos sábados, às 8h, na TV Assembleia (canal 9.2, TV aberta; canal 309.2, Sky; e canal 17, Max TV), com reprise aos domingos, no mesmo horário.

‘Maranhão no Campo’ – Fabiana Vilar destaca valorização da renda de bilro

Agência Assembleia

A deputada estadual Fabiana Vilar (PL) foi a entrevistada da edição deste sábado (4) do programa ‘Maranhão no Campo’, exibido pela TV Assembleia. Durante a conversa com o apresentador Mário Porto, a parlamentar falou sobre seu trabalho legislativo e ressaltou a importância da valorização da renda de bilro, tradição artesanal do município de Raposa.

A deputada lembrou a aprovação de duas leis de sua autoria, sancionadas pelo governador Carlos Brandão em 2024, que consolidam a relevância da prática no Maranhão. “Tive a grata satisfação de ter duas leis sancionadas: uma que reconhece Raposa como terra do artesanato de renda de bilro e outra que torna esse artesanato patrimônio cultural e imaterial do nosso Estado”, destacou.

A parlamentar se refere à Lei 12.262, originária do Projeto de Lei 841/2023, que declara e reconhece o município de Raposa como a ‘Terra do Artesanato Renda de Bilro’. A iniciativa visa destacar a relevância do artesanato na atividade econômica e na identidade cultural da cidade.

Já a Lei 12.242, originária do Projeto de Lei 847/2023, também de autoria de Fabiana Vilar, eleva o artesanato renda de bilro à condição de Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial e Cultural do Estado do Maranhão. A lei reconhece a importância sociocultural e econômica deste tipo de artesanato e busca garantir a proteção e preservação dessa prática.

Visibilidade

Segundo Fabiana Vilar, além de homenagear as rendeiras, ambas as leis garantem visibilidade e preservação de uma tradição centenária. “Quando eu conheci as rendeiras da Raposa, percebi o quanto elas precisavam se sentir vistas e valorizadas. Esse reconhecimento nas leis é também uma forma de dizer que o trabalho delas faz parte da nossa história e precisa ser preservado”, afirmou.

A deputada relatou ainda as dificuldades enfrentadas pelas artesãs, principalmente em relação à comercialização das peças, mas reforçou seu compromisso em apoiar o segmento. “Elas me contaram que muitos jovens não têm interesse em dar continuidade à tradição, justamente, por falta de incentivo na venda. A nossa intenção é fortalecer a divulgação desse trabalho, porque ele é lindo, tem valor cultural e, também, pode gerar renda para muitas famílias”, disse.

Fabiana Vilar destacou ainda o impacto social da renda de bilro para as mulheres da Raposa. “Esse artesanato tem dado a elas a oportunidade de conhecer o mundo, de levar seu trabalho para feiras e eventos e, sobretudo, de conquistar independência. É uma forma de liberdade, de empoderamento, que emociona e fortalece”.

Em sua entrevista, a parlamentar também abordou sua trajetória no Parlamento estadual, bem como a presença feminina na política e a importância de encorajar mulheres a ocupar espaços de decisão. “Nós temos a maior bancada feminina da história da Assembleia Legislativa e isso tem encorajado outras mulheres a entrar na política. A cada passo, vamos transformando vidas e mostrando que somos capazes”, enfatizou.

Assista ao programa na íntegra:

‘Maranhão no Campo’ – Pesquisador fala sobre impacto da produção de soja no estado e sua força no agronegócio

Agência Assembleia

O programa Maranhão no Campo, exibido pela TV Assembleia neste sábado (27), recebeu o professor e pós-doutor em Geografia, Roberto César Cunha, que falou sobre seu livro “O Ouro do Cerrado: origem e desenvolvimento da soja no Maranhão”. A obra é resultado de mais de duas décadas de pesquisas sobre o avanço da soja no estado e sua influência no agronegócio maranhense e nacional.

Segundo Cunha, o livro analisa não apenas o cultivo da soja, mas também a cadeia de serviços e a logística envolvida na produção. “O agronegócio não é só dentro das fazendas. É preciso considerar o pré-porteira e o pós-porteira, com assessoria contábil, financeira, logística e tantos outros serviços que multiplicam os efeitos econômicos”, destacou.

O autor explica que atualmente o Maranhão produz cerca de quatro milhões de toneladas de soja por ano, grande parte destinada à exportação. Além disso, ele aponta que o setor responde diretamente por 12% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual, mas esse percentual pode chegar a 30% quando consideradas todas as atividades ligadas ao agro.

Roberto César Cunha é autor do livro “O Ouro do Cerrado: origem e desenvolvimento da soja no Maranhão”, resultado de mais de duas décadas de pesquisas sobre o avanço da produção no estado

Livro

O livro também contextualiza o papel do Brasil no cenário internacional da produção agrícola. “Em apenas 50 anos, o Brasil alcançou o patamar que os Estados Unidos demoraram 200 anos para conquistar, tornando-se um dos maiores produtores de alimentos do mundo”, ressaltou Cunha.

Com a publicação, o pesquisador espera contribuir para ampliar o debate sobre o desenvolvimento econômico do Maranhão e o protagonismo do agronegócio brasileiro.

O programa ‘Maranhão no Campo’ é apresentado por Mário Porto e vai ao ar aos sábados, às 8h, na TV Assembleia (canal 9.2, TV aberta; canal 309.2, Sky; e canal 17, Max TV), com reprise aos domingos, no mesmo horário.