‘Pautas Femininas’ destaca produção do Complexo de Comunicação em 2025

Agência Assembleia

A diretora-adjunta de Comunicação da Assembleia Legislativa do Maranhão, Glaucione Pedrozo, foi a entrevistada desta segunda-feira (22) do programa ‘Pautas Femininas’. A gestora falou sobre o trabalho desenvolvido pela Comunicação da Alema durante 2025 em seus mais diversos canais: TV, rádio, agência de notícias e redes sociais.

Durante a conversa com a apresentadora Josélia Fonseca, Glaucione Pedrozo destacou os dados recentemente divulgados pelo diretor de Comunicação, Juraci Filho, que demonstraram um ano de crescimento e consolidação da comunicação pública da Assembleia, fortalecendo o diálogo entre o Parlamento estadual e a sociedade maranhense, por meio da atuação integrada de seus veículos. 

Pedrozo mencionou ainda sobre os números alcançados pelo Complexo em 2025. Segundo ela, foram mais 1.800 reportagens produzidas pela TV Assembleia; 18 programas locais; cobertura de todas as sessões plenárias; programação com acessibilidade; convergência de veículos; mais de 3.500 produções em áudio; entre outros avanços foram destacados pela diretora-adjunta.

A diretora explicou que o papel do Complexo de Comunicação vai além da comunicação pública, desenvolvendo uma função fundamental na construção da sociedade. “O Complexo de Comunicação em todas as suas vertentes tem a missão de informar o cidadão sobre o que se passa no âmbito do Legislativo, respeitando seu direito de estar sempre bem-informado”, frisou a diretora-adjunta.

Infraestrutura

Para a gestora, a comunicação da Alema acompanhou a produção dos parlamentares, que aumentou este ano. Glaucione Pedrozo destacou ainda a infraestrutura do Complexo de Comunicação, tanto física quanto de pessoal, o que possibilita a entrega de um bom trabalho. 

Sobre o combate às notícias falsas, a entrevistada observou que os meios de comunicação da Assembleia desempenham papel fundamental, a partir do momento em que informam de forma clara, objetiva e precisa. “O papel do Legislativo é o fortalecimento da democracia e a comunicação é ferramenta indispensável. Combater notícias falsas é dar poder ao povo e nosso dever é municiar a sociedade de canais oficiais que passem credibilidade”, frisou a diretora. 

Curadora de arte destaca valorização da arte maranhense em entrevista à Rádio Assembleia

Agência Assembleia

A marchand e curadora de arte Silvânia Tamer foi entrevistada no programa ‘Pautas Femininas’, da Rádio Assembleia, exibido nesta segunda-feira (15). Em conversa com a apresentadora Josélia Fonseca, ela compartilhou sua trajetória profissional e falou sobre o papel da curadoria na valorização da arte maranhense, tema do programa Mulheres que constroem cultura.

Natural de Miracema do Tocantins e com mais de 25 anos de atuação no mercado de arte, Silvânia explicou que sua entrada no universo artístico foi motivada pelo desejo de criar pontes entre artistas e público. “A curadoria é uma forma de escuta. É preciso compreender a obra e transformá-la em uma experiência acessível e sensível para quem visita a exposição”, afirmou.

Durante a entrevista, a curadora destacou trabalhos recentes, como Fragmentos do Olhar, de Rogério Pelegrini, no Convento das Mercês, onde organizou a mostra em núcleos temáticos que dialogam com memória e cidade. Também comentou a exposição Veias da Natureza, do escultor Edimar Nardaci, ressaltando a força expressiva da madeira e a importância da curadoria na leitura das obras.

Silvânia falou ainda sobre sua atuação em projetos que integram literatura e artes visuais, como História de Amor em Versos e Pétalas, reforçando que a construção estética do espaço é fundamental para criar envolvimento com o público. “A arte precisa tocar, provocar e criar vínculos”, pontuou.

Ao final, a curadora ressaltou a importância da cultura como instrumento de transformação social e avaliou positivamente a cena artística maranhense, destacando a necessidade de continuidade, formação de público e apoio às iniciativas culturais.

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‘Pautas Femininas’ discute impactos jurídicos e emocionais do abandono paterno

Agência Assembleia

O programa ‘Pautas Femininas’, transmitido pela Rádio Assembleia (96,9 FM) nesta segunda-feira (1º), debateu sobre abandono paterno e suas implicações. A convidada foi a advogada Renata Memória, especialista em Direito das Famílias e Sucessões, que analisou os efeitos emocionais e explicou como a nova Lei 15.240/2025 altera o cenário jurídico no Brasil.

“A atuação nessa área do Direito exige uma combinação de técnica e sensibilidade. Não se trata de uma área restrita a normas e procedimentos porque o advogado lida diariamente com sentimentos e vínculos em ruptura. Em um divórcio, por exemplo, o profissional não atua apenas como especialista jurídico, mas também como um ponto de apoio para pessoas fragilizadas, que chegam marcadas por conflitos”, afirmou.

Para a especialista, esse cuidado se torna ainda mais essencial quando há crianças envolvidas. “O acordo, quase sempre, é o caminho mais saudável. O objetivo maior deve ser preservar a saúde mental e emocional dos menores e, quando as partes conseguem dialogar e construir soluções em conjunto, evitam que a criança seja exposta a disputas prolongadas e desgastantes”, ressaltou.

A advogada explicou que, com a nova legislação, o cuidado afetivo passa a ter peso jurídico semelhante ao sustento material. “Não se trata, portanto, de uma escolha dos pais, mas de um dever legal. Quando falamos de abandono, estamos falando de uma obrigação. A convivência, o afeto, a orientação: tudo isso é direito da criança, não é uma opção do pai ou da mãe”, destacou. 

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‘Pautas Femininas’ destaca projeto ‘Mãos que Acolhem’ e realidade das mães solo de crianças com deficiência

Agência Assembleia

O programa ‘Pautas Femininas’, exibido pela Rádio Assembleia (96,9 FM) nesta segunda-feira (24), abordou os desafios enfrentados por mães solo que cuidam de crianças com deficiência ou doenças raras. A convidada foi a idealizadora do projeto ‘Mãos que Acolhem’, Ana Cláudia Arruda, que compartilhou sua trajetória e a importância da criação de redes de apoio para essas famílias.

Na entrevista, Ana Cláudia explicou que a iniciativa surgiu a partir de sua própria vivência como mãe de João Gabriel, diagnosticado com microcefalia. “A realidade dessas mulheres é marcada por jornadas exaustivas, exclusão do mercado de trabalho e ausência de suporte básico. A maioria não tem rede de apoio mínima para estudar, trabalhar ou realizar um sonho”, afirmou.

Segundo ela, dados nacionais revelam que cerca de 78% dos pais abandonam as mães de filhos com deficiência antes dos cinco anos. “A responsabilidade do cuidado caem exclusivamente sobre elas e isso demanda 24 horas. Muitas ficam completamente sozinhas, porque o pai, na maior parte das vezes, se exime dessa responsabilidade”, destacou.

O ‘Mãos que Acolhem’ nasceu em 2020, em meio à pandemia, com uma ação improvisada na garagem do prédio onde Ana Cláudia mora. “Foram distribuídas cestas básicas a mães. Fomos nos conectando e a ação cresceu rapidamente. Depois, foram distribuídos mais de 500 cartões de alimentação durante o período pandêmico”, contou a idealizadora.

Com o tempo, surgiu a necessidade de organização. “Começamos a ir às casas, conhecer cada família e entender suas necessidades reais. Esse olhar mais humano foi o grande diferencial. Cada história nos impactava de um jeito que não tem como esquecer. Hoje, o projeto atende 80 famílias, majoritariamente chefiadas por mães solo, e mantém uma lista de espera extensa”, explicou Ana Cláudia.

Para ampliar o alcance da iniciativa, a idealizadora prevê a criação do Instituto Mãos que Acolhem para o próximo ano. “Nosso objetivo é atender ainda mais famílias em situação de vulnerabilidade. Agora, somos 80 famílias que se ajudam, mas queremos fazer muito mais. É uma rede real de cuidado e afeto”, concluiu.

‘Pautas Femininas’ aborda empreendedorismo e empoderamento

Agência Assembleia

A empresária Lou Marques, idealizadora do projeto Wonder Woman, e a microempresária Francisca Alves foram as entrevistadas do programa ‘Pautas Femininas’, que foi ao ar nesta segunda-feira (17), pela Rádio Assembleia. Elas falaram sobre empreendedorismo e empoderamento de mulheres.

O projeto Wonder Woman é desenvolvido por Lou Marques, em parceria com instituições, empresas e voluntários comprometidos com a transformação social. O projeto, que já impactou as vidas de centenas de mulheres, este ano está na oitava edição.

O objetivo da iniciativa é desenvolver o perfil empreendedor de mulheres em situação de vulnerabilidade social de São Luís, promovendo a criação e fortalecimento de negócios liderados por elas. Tem como público-alvo mulheres com, no mínimo, ensino fundamental completo e renda familiar de até 2 salários mínimos.

Além da capacitação técnica, o projeto fomenta o empreendedorismo feminino, resgata autoestima, amplia horizontes e contribui para a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e economicamente ativa.

Segundo Lou Marques, o projeto impacta não apenas as mulheres que participam da ação, mas toda a comunidade do seu entorno. “O projeto vai além da capacitação técnica. Este é o grande diferencial. Ele inspira, transforma e acolhe não somente as mulheres participantes, mas também os professores, que são todos voluntários. É uma iniciativa que faz a diferença”, disse Lou Marques.

Uma das participantes do projeto, Francisca Alves, afirmou que o aprendizado durante a jornada é muito rico. “Minha mente se abriu muito participando do projeto. Tive oportunidade de aprender muitas coisas, desde saúde mental, imagem, postura, violência doméstica, entre outras coisas. Foi por meio do projeto que consegui montar meu negócio”, disse Francisca Alves que é proprietária de uma lanchonete na periferia de São Luís.   

A entrevista completa pode ser conferida na programação da Rádio Assembleia ou nas plataformas digitais da emissora.

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‘Pautas Femininas’ destaca obra sobre protagonismo de mulheres no Parlamento

Agência Assembleia

A jornalista Márcia Carvalho foi a entrevistada do programa ‘Pautas Femininas’, que foi ao ar nesta segunda-feira (10), pela Rádio Assembleia. Na oportunidade, ela falou sobre seu livro “Chão de Coragem: As aventuras de Júlia no Memorial”, lançado semana passada.

Integrante da equipe de comunicação da Assembleia Legislativa, Márcia Carvalho conversou com as apresentadoras Josélia Fonseca e Régina Santana sobre seu livro voltado para o público infantojuvenil. A obra narra a história de uma menina que encontra uma caneta mágica e descobre memórias esquecidas e vozes femininas que fizeram história no Maranhão.

O livro apresenta ao leitor histórias de mulheres que compuseram o Parlamento Maranhense desde o século XIX até os dias atuais. As ilustrações são assinadas por Mai Janatã, filha da autora, e foi inspirada na dissertação de mestrado ‘Elas no Parlamento Maranhense: impactos, desafios e avanços institucionais em um registro biográfico digital das deputadas eleitas no século XXI para a Assembleia Legislativa do Maranhão’, defendida em 2024, no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

“Ao observar que havia pouca bibliografia sobre essas mulheres, percebi que havia um silêncio, era difícil encontrar biografia delas. Foi então que resolvi juntar a história dessas mulheres usando como recorte a Assembleia Legislativa. Isto está sendo registrado em um site, que é um produto do programa de pós-graduação. Foi então que tive a ideia de transformar em algo voltado para um público diferente, que está começando a refletir sobre o contexto social, que é o infantojuvenil”, explicou Márcia Carvalho.

Durante a conversa, Márcia Carvalho detalhou mais sobre a obra e, por consequência, sobre a história das mulheres na política do Maranhão. Sobre a linguagem da obra, a autora disse ter optado pelo caminho do afetivo, como forma de valorização das personagens.

A obra foi lançada na última quarta-feira (5), no hall do Plenário Deputado Nagib Haickel, da Assembleia Legislativa do Maranhão, com as presença de deputados, professores e servidores da Casa.

A entrevista completa pode ser conferida na programação da Rádio Assembleia ou nas plataformas digitais da emissora.

Advogada explica implicações do novo acordo de cessar-fogo em Gaza

Agência Assembleia

A advogada Jacqueline Trinta, especialista em Direito Internacional, foi a convidada do ‘Pautas Femininas’ desta segunda-feira (20), na Rádio Assembleia (96,9 FM). A entrevista abordou o novo acordo de cessar-fogo em Gaza, mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e as implicações jurídicas e humanitárias que envolvem o conflito no Oriente Médio.

Na entrevista com as jornalistas Josélia Fonseca e Régina Santana, a advogada, que também é presidente da Comissão de Direito Internacional da OAB/MA, explicou que o acordo prevê um cessar-fogo e a troca de reféns por prisioneiros. “Isso demonstra o quanto esse tipo de negociação exige cautela jurídica e diplomática, principalmente quando se trata de atores não estatais”.

Segundo ela, a realidade das zonas de conflito é muito mais complexa do que o que é divulgado nos noticiários tradicionais. “O que vemos são apenas uma fração do sofrimento e das consequências jurídicas, sociais e humanitárias desses conflitos. É fundamental analisar os contextos históricos e políticos para entender o impacto real dessas crises sobre a população”.

A especialista também discutiu que as mulheres acabam sendo alvos de violência de forma sistemática nos conflitos armados. “Os estupros coletivos em mulheres e crianças, por exemplo, não são apenas crimes isolados, mas muitas vezes utilizados como arma de guerra para aterrorizar comunidades, desestruturar famílias e dominar territórios”.

Jacqueline Trinta comentou ainda sobre o papel do presidente dos Estados Unidos no recente acordo. “Ele está agindo dentro de uma boa relação diplomática com as partes envolvidas e com a comunidade internacional. Suas ações estão amparadas pelos princípios da Carta das Nações Unidas e pelas diretrizes estabelecidas pela Comissão de Genebra”.

Para ela, isso não elimina as complexidades políticas e humanitárias do conflito, mas oferece um respaldo jurídico internacional para a mediação. “É essencial que continuemos atentos e informados para ter uma compreensão profunda de que os direitos humanos sejam respeitados, mesmo em meio a conflitos tão complexos”, finalizou.

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‘Pautas Femininas’: endocrinologista destaca importância do equilíbrio para o emagrecimento saudável

Agência Assembleia

A médica endocrinologista Natália Rocha foi a convidada desta segunda-feira (13) do programa ‘Pautas Femininas’, transmitido pela Rádio Assembleia (96,9 FM). A especialista falou sobre emagrecimento saudável e dos impactos físicos e emocionais causados por dietas restritivas e pelo uso inadequado de medicamentos para perda de peso.

Na conversa com a jornalista Josélia Fonseca, a endocrinologista explicou que o estilo de vida saudável é sustentado por seis pilares principais: alimentação equilibrada, prática regular de exercícios, sono de qualidade, redução do consumo de substâncias tóxicas, relações sociais saudáveis e controle do estresse.

“Quando pensamos em saúde, muitas vezes olhamos apenas para a alimentação e o exercício físico, mas o corpo é um sistema complexo. Todos esses pilares influenciam o equilíbrio hormonal, o metabolismo e até o bem-estar emocional. Cada um deles precisa da devida atenção para um emagrecimento saudável”, destacou.

Natália Rocha também falou sobre a diferença entre a dieta saudável e a restritiva. “As restritivas podem causar carência de nutrientes, perda de massa magra e até desequilíbrios hormonais, além de não serem sustentáveis a longo prazo. Já a saudável pode ser mantida por toda a vida, respeitando as necessidades e particularidades de cada pessoa”.

O debate também abordou o uso dos medicamentos Ozempic e Monjaro. “Embora tenham ganhado popularidade por seus efeitos na perda de peso, o uso deve ser feito com cautela e sempre sob orientação médica e acompanhamento. Esses medicamentos têm indicações específicas e cada organismo reage de uma forma”, esclareceu.

Para a endocrinologista, o avanço da medicina é importante, mas nenhum tratamento substitui os bons hábitos. “Medicamentos podem ajudar, mas não são solução isolada. Alimentar-se bem, dormir adequadamente e cuidar da saúde mental continuam sendo as bases do emagrecimento saudável e da longevidade”, concluiu.

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