‘Pautas Femininas’: São João do Maranhão atrai turistas para o estado

Agência Assembleia

Para falar sobre o incremento do turismo na época das festas juninas, o programa ‘Pautas Femininas’, que vai ao ar pela Rádio Assembleia, recebeu, nesta segunda-feira (9), a secretária de Estado do Turismo, Socorro Araújo.

Uma das principais festas do calendário nordestino, o São João do Maranhão chama a atenção por sua diversidade de grupos folclóricos e uma programação que engloba artistas locais e nacionais. Estas são algumas das características que encantam visitantes que escolhem vir ao estado nesta época do ano.

“O São João é a nossa grande festa e, além das atrações culturais, aspectos como as belezas naturais e a segurança são fatores decisivos para que os turistas escolham vir para cá”, destacou Socorro Araújo.

Durante a entrevista, a gestora destacou as ações que o governo do estado tem feito para fomentar ainda mais a festa. Participação em eventos culturais desde o mês de maio, além de montagem de arraiais, incentivo aos grupos folclóricos e divulgação do destino em outros estados foram apontados por Socorro Araújo como fundamentais para atrair pessoas para conhecer o estado.

Socorro Araújo destacou, ainda, que a Secretaria de Estado do Turismo trabalha em três eixos em ações que ocorrem durante todo o ano nos 10 polos turísticos espalhados pelo estado.  “Trabalhamos a divulgação, regionalização do destino e a qualificação em todos os polos, junto aos municípios, empresários e comunidades envolvidas no processo”, destacou Socorro Araújo.

A cadeia produtiva do turismo, a geração de renda e de postos de trabalho, a rede hoteleira, entre outros assuntos, também foram abordados pela secretária durante a entrevista concedida às apresentadoras Régina Santana e Josélia Fonseca.

‘Pautas Femininas’ recebe analista judiciária do TRE/MA

Agência Assembleia

O programa ‘Pautas Femininas’, transmitido pela Rádio Assembleia (96,9 FM) nesta segunda-feira (19), recebeu Lígia Moraes, analista judiciária e supervisora da Escola Judiciária Eleitoral do TRE/MA, que falou sobre o programa “Voto Jovem”.

Entre outras coisas, Lígia Moraes destacou os avanços dos programas de conscientização política ao longo dos anos e falou sobre o emprego da tecnologia nesse processo.

“Os nossos jovens, a partir dos 16 anos, têm a facultatividade para o alistamento e para exercer o voto. Atualmente, estamos listando jovens a partir dos 15 anos. Contudo, apenas a partir dos 16, ele vai poder votar. Isso tem ocorrido desde 2021”, explicou, fazendo um resgate histórico desde as Diretas Já.

A convidada explicou como se dá o contato com as escolas que desejam participar do projeto “Voto Jovem nas Escolas”.

“Nós fornecemos inclusive material didático para fazermos as ações de cidadania. E mostramos a esses jovens que o voto não é uma mera obrigação, mas um direito, fruto de um processo histórico. Houve um tempo em que vários segmentos da sociedade eram alijados desse direito de escolha. Logo, é necessário que os jovens dêem importância a essa conquista”, frisou.

A convidada também falou sobre as desinformações eleitorais (fake news), que prejudicam o espírito da democracia. “O leta da edição deste ano do projeto ‘Voto Jovem nas Escolas’ é ‘Informação faz a diferença'”, disse.

Assista ao programa na íntegra:

‘Pautas Femininas’ discute os desafios da menopausa com a médica Renata Bogéa

Agência Assembleia

O programa ‘Pautas Femininas’, transmitido pela Rádio Assembleia (96,9 FM) nesta segunda-feira (12), abordou um tema essencial para a saúde da mulher: a menopausa. As apresentadoras Régina Santana e Josélia Fonseca receberam a médica Renata Bogéa, que esclareceu dúvidas e compartilhou orientações.

Na conversa, a especialista destacou que muitas mulheres ainda enfrentam dificuldades para identificar os sintomas da menopausa, o que pode levar a diagnósticos equivocados.

“Em alguns casos, os sinais são confundidos com depressão ou até com a chamada síndrome do ninho vazio, o que atrasa o tratamento adequado”.

Renata Bogéa também discutiu sobre a menopausa precoce, que pode surgir por volta dos 30 anos. “Esse diagnóstico representa um grande desafio, especialmente em relação à infertilidade e ao impacto emocional que ele traz. É uma condição que exige acolhimento e cuidado individualizado”.

Outro ponto importante tratado no programa foi a reposição hormonal. “O tratamento pode ser um grande aliado no alívio dos sintomas, desde que realizado com segurança, para melhorar a qualidade de vida da mulher. Ajuda a amenizar ondas de calor, insônia, alterações de humor e até a perda de massa óssea”, explicou a médica.

Renata Bogéa reforçou, ainda, a necessidade de se falar abertamente sobre o tema, combatendo tabus e desinformação. “A menopausa não deve ser vista como um fim, mas como uma nova fase da vida feminina. Quando bem orientada, a mulher pode atravessar esse período com mais leveza, equilíbrio e bem-estar”.

Programa ‘Pautas Femininas’ fala sobre hanseníase

Agência Assembleia

O programa ‘Pautas Femininas’, que foi ao ar nesta segunda-feira (28), pela Rádio Assembleia (96,9 FM), recebeu a supervisora de Enfermagem do Ambulatório do Hospital Aquiles Lisboa, Cíntia Agostino, que falou sobre o programa da unidade de saúde voltado para o combate à hanseníase. No estúdio também estava a fisioterapeuta Fabiana Barbosa Dias, que integra a equipe do hospital.

A hanseníase é uma doença infecciosa causada pela bactéria Mycobacterium leprae, que afeta principalmente a pele, os nervos periféricos e, em alguns casos, as mucosas e os olhos. De acordo com Fabiana Barbosa, o Brasil está na segunda posição no ranking de países com alto índice de hanseníase, perdendo apenas para a Índia.

“No entanto, quando se avaliam pessoas menores de 15 anos, o Brasil sobe para a primeira posição, uma vez que, nesse caso, se sabe que há adultos transmitindo a doença para as crianças”, explicou Fabiana Barbosa.

Cíntia Agostino, por sua vez, disse que, este ano, o governo maranhense, buscando também reverter esses índices no país, coloca em prática uma campanha que se desenrolará o ano inteiro. O tema é “De janeiro a janeiro, prevenção o ano inteiro”.

“No início do mês de maio, aliás, nós estaremos no Terminal de Cujupe. Além dessa localidade, nós estaremos também na UPA do Itaqui Bacanga. Ou seja, buscamos sair do ambiente hospitalar para levar informações a outras áreas”, frisou Cíntia Agostino.

Entre outras coisas, as entrevistadas ressaltaram que o contágio independe de classe social, podendo a doença atingir qualquer pessoa. Elas também abordaram a importância do tratamento precoce, falaram sobre os sinais da doença no corpo e as ações realizadas nos postos de saúde dos municípios para atender aos pacientes.

Assista ao programa na íntegra:

‘Pautas Femininas’ aborda desafios da maternidade e a exaustão mental das mães nesta fase da vida

Agência Assembleia

O programa ‘Pautas Femininas’ que foi ao ar nesta segunda-feira (14), pela Rádio Assembleia (96,9 FM), recebeu a psicóloga especialista em neuropsicologia e mestre em ciência da saúde pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Juliana Noronha. Na conversa com a apresentadora Josélia Fonseca, a especialista falou sobre o avanço do adoecimento mental das mães e da exaustão que cerca este momento da vida da mulher.

Na oportunidade, a psicóloga pontuou ainda os muitos desafios da maternidade. “As mulheres já têm uma série de demandas, mesmo as que não são mães. Isto é histórico e cultural. Quando se fala das mães, uma série de fatores levam à exaustão, caracterizada pela sobrecarga mental e física”, ressaltou Juliana.

Entre as características que identificam este quadro estão aspectos como a despersonalização, quando a mulher já não se reconhece mais enquanto pessoa, a não ser pelo recorte da maternidade. Como consequência estão a falta de interesse em outras atividades fora do lar, baixa autoestima, irritabilidade, entre outros fatores.

A psicóloga ressaltou também a importância das redes de apoio e da ajuda profissional para estas mulheres e destacou os muitos papéis que as mulheres desempenham na sociedade e as consequências de cada um.

Para a psicóloga, o papel da mãe deve ser naturalizado, retirado do local da perfeição. “Não existe a mãe perfeita, temos de naturalizar esta mulher. Além disso, temos de ter atenção às redes sociais que apresentam quase sempre uma imagem de perfeição que, na realidade, não existe”, frisou.

Ao final, Juliana Noronha deixou algumas dicas para que a maternidade seja mais leve, como momentos de autocuidado e descanso mental. “Isto não vai afastá-la do filho, ao contrário, é necessário se cuidar para dar qualidade a este amor. Isto não é egoísmo”, aconselhou a psicóloga.

‘Pautas Femininas’: Amor-Exigente oferece apoio familiar como caminho para superar dependência química

Agência Assembleia

O programa ‘Pautas Femininas’, transmitido pela Rádio Assembleia (96,9 FM) nesta segunda-feira (7), abordou os desafios enfrentados por famílias que convivem com a dependência química. A apresentadora Régina Santana recebeu Conceição Marques, coordenadora regional da Federação Amor-Exigente no Maranhão.

A instituição atua com foco no acolhimento de famílias que convivem com essa realidade, oferecendo suporte emocional, orientação prática e um espaço seguro para troca de experiências. A convidada compartilhou sua experiência no apoio aos familiares e explicou como funciona.

“Nosso trabalho é baseado no princípio de que, para ajudar alguém em sofrimento, é preciso primeiro cuidar de si. A família precisa estar fortalecida para poder apoiar. O programa segue uma metodologia estruturada, com encontros semanais e atividades baseadas em valores como responsabilidade, solidariedade e espiritualidade”, afirmou ela.

Segundo Conceição Marques, a instituição trabalha com 12 princípios que orientam mudanças de comportamento. “Essas mudanças são essenciais para que os familiares deixem de agir pela emoção e passem a agir com equilíbrio e consciência”, destacou.

A coordenadora ressaltou que o sofrimento das mães é um dos aspectos mais delicados enfrentados pela rede de apoio. “Muitas delas passam noites em claro, à espera de um filho que não volta. Outras se veem obrigadas a buscar os filhos em locais perigosos, enfrentando medo e culpa. É uma dor silenciosa, mas imensa, que precisa ser acolhida com empatia e firmeza”.

Para ela, um dos maiores erros cometidos é tentar “salvar” o dependente sem orientação. “A dependência química é uma doença progressiva e, sem tratamento adequado, destrói não só a vida da pessoa, mas o equilíbrio de toda a família. Por isso, insistimos que é preciso tratar primeiro quem está ao redor, para que esse círculo de sofrimento seja interrompido”, explicou.

Ao final da entrevista, ela reforçou que o Amor-Exigente é um movimento que transforma vidas. “Nosso objetivo é reconstruir laços, promover autonomia e devolver esperança às famílias. Quando os familiares mudam sua postura, os dependentes também sentem o impacto”, concluiu.

‘Pautas Femininas’ destaca importância dos grupos de leitura para mulheres

Agência Assembleia

O programa ‘Pautas Femininas’, transmitido pela Rádio Assembleia (96,9 FM) nesta segunda-feira (31), discutiu a importância dos grupos de leitura para mulheres. A apresentadora Régina Machado recebeu a promotora de Justiça,  Cristiane Lago, e a marchand e curadora de arte, Silvânia Tamer, que compartilharam suas experiências com a literatura.

Cristiane Lago ressaltou que os clubes de leitura são espaços de transformação pessoal e coletiva. “Ao discutir temas diversos, desde literatura clássica até assuntos contemporâneos, as participantes ampliam suas perspectivas e fortalecem laços. Cada leitora traz um olhar único”.

Segundo ela, compartilhar essas percepções dentro de um grupo é enriquecedor. “Muitas vezes, enxergamos um livro de uma forma, mas ao ouvir a interpretação de outra pessoa, conseguimos perceber nuances que antes não havíamos notado, o que torna a experiência ainda mais rica e estimulante”, afirmou.

Silvânia Tamer enfatizou que, além do impacto intelectual, os clubes de leitura também têm um papel social importante. “Buscamos fazer ações como distribuição de livros em comunidades carentes, visando democratizar o acesso à leitura. A literatura é uma ferramenta poderosa de inclusão e mudança”, salientou.

As convidadas também refletiram sobre como a leitura fortalece a identidade feminina e proporciona momentos de acolhimento e troca entre as mulheres. Para elas, os encontros não apenas estimulam o hábito da leitura, mas também criam um ambiente propício para a discussão de temas relevantes, como família, trabalho e desenvolvimento pessoal.

‘Pautas Femininas’ – Administradora destaca impacto do empreendedorismo social

Agência Assembleia

No programa ‘Pautas Femininas’, transmitido pela Rádio Assembleia (96,9 FM) nesta segunda-feira (24), a administradora e especialista em inovação social Monique Moraes discutiu a importância do empreendedorismo social e seu papel na transformação de comunidades.

Na entrevista, conduzida pela apresentadora Josélia Fonseca, a especialista destacou que o empreendedorismo social vai além de abrir um negócio. “Nasce da necessidade de solucionar problemas estruturais, promovendo impacto positivo de forma sustentável”.

Segundo Monique Moraes, o empreendedorismo social tem potencial para reduzir desigualdades, fomentar a economia local e gerar mudanças significativas em setores como educação, saúde e meio ambiente.

“Empreender socialmente é entender que o lucro não deve ser o único objetivo, mas sim uma ferramenta para ampliar o alcance das ações. Um negócio social precisa ser autossustentável, uma vez que a dependência exclusiva de doações e incentivos externos pode limitar seu crescimento e, consequentemente, seu impacto”, explicou.

A especialista também reforçou que qualquer pessoa pode se tornar um empreendedor social, desde que esteja disposta a identificar demandas reais e estruturar soluções viáveis. Para isso, é essencial conhecer as dinâmicas da comunidade e estabelecer parcerias estratégicas.

“O primeiro passo é compreender o que precisa ser transformado e, a partir disso, desenvolver um modelo de atuação que gere impacto real e contínuo. Nem sempre a melhor solução é criar algo novo, às vezes, fortalecer iniciativas já existentes pode ser mais eficiente”, pontuou.

Outro ponto debatido foi o papel das organizações do terceiro setor. “Elas não devem ser vistas apenas como receptoras de doações, mas como agentes ativos no ecossistema do empreendedorismo social, capazes de articular políticas públicas, influenciar mudanças legislativas e conectar diferentes setores da sociedade em prol de um objetivo comum”, destacou.

Segundo a administradora, o terceiro setor precisa ser reconhecido como uma força estratégica no desenvolvimento sustentável. “Empresas, governos e sociedade civil devem atuar juntos para garantir que os impactos positivos sejam amplos e duradouros”, concluiu.