Carlos Lula critica organização de evento do Governo para entrega de equipamentos a estudantes

Assecom / Dep. Carlos Lima

O deputado estadual Carlos Lula utilizou a tribuna, nesta terça-feira (26), para criticar a desorganização e o descaso do Governo do Estado com os estudantes da rede pública durante o lançamento do Programa Tô Conectado, realizado na última sexta-feira (22), no Estádio Castelão, em São Luís.

“Trata-se de um projeto importantíssimo e relevante para a vida dos estudantes e deveria estar sendo compartilhado enquanto algo positivo, só que infelizmente não é isso que tem acontecido”, disse o parlamentar.

Durante seu pronunciamento, Lula exibiu vídeos publicados pelos próprios estudantes, que mostravam cenas de tumulto e problemas graves na organização.

“O que aconteceu na sexta-feira no estádio do Castelão foi um verdadeiro absurdo. Aproximadamente 15 mil alunos, em mais de 300 ônibus, foram levados com a promessa de receber tablets do governo do Estado. Só que chegando lá, eles tiveram um grande susto, porque lá aconteceu de tudo, menos entrega de tablets”, afirmou.

Segundo o deputado, houve brigas entre escolas, alunos passando mal e alimentação insuficiente, com estudantes chegando às 11h da manhã para um evento que só aconteceu no fim da tarde.

Lula lembrou ainda que os recursos usados para a compra dos tablets não foram do governo estadual, mas sim do Governo Federal, via Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

“A verba, 100% da compra do Estado foi com o dinheiro do FNDE, é recurso federal, é recurso do presidente Lula ao Estado do Maranhão. Sabemos da necessidade que a tecnologia nos impõe hoje enquanto sistema de educação e temos sim de incorporar os estudantes do ensino médio a essa tecnologia. Nada mais justo do que eles terem acesso a tablets”, destacou.

Para o deputado, o evento foi montado apenas como palanque político para o governador Carlos Brandão e seu sobrinho, Orleans Brandão, pré-candidato ao governo estadual.

“Isso é absurdo, não faz sentido, é desperdício de dinheiro público. Um desrespeito à educação, em que alunos perderam um dia de aula e professores foram obrigados a acompanhar uma programação que serviu mais como palanque político do que como entrega real de benefícios. No fim, apenas poucas dezenas de tablets foram entregues”, concluiu.

Carlos Lula reforça demandas das cidades de Coroatá e Açailândia e cobra ações do Governo do Estado

Assecom / Dep. Carlos Lula

Durante sessão plenária na Assembleia Legislativa do Maranhão, nesta quinta-feira (21), o deputado estadual Carlos Lula (PSB) trouxe à tribuna as principais reivindicações apresentadas por vereadores dos municípios de Coroatá e Açailândia, reforçando a importância de o Governo do Estado atender demandas urgentes de infraestrutura e saúde

Entre os pedidos apresentados, Carlos Lula destacou a necessidade imediata de recuperação da MA-020, no trecho entre Coroatá e Vargem Grande, rodovia que atualmente se encontra em situação precária.

“São diversos vereadores daquela cidade que me ligaram durante a semana, pedindo para que o Governo do Estado possa fazer o recapeamento urgente dessa via, até porque são milhares de veículos que descem dos mais diversos municípios do estado para chegar à cidade de Vargem Grande, passando por Coroatá, e a condição da MA é terrível”, disse.

O deputado ressaltou que vereadores como Cássio, Daniel da Assistência e Gregório Pereira, que inclusive apresentou indicação nesse sentido, reforçaram o apelo diretamente em São Luís. “Pedimos ao secretário Aparício que possa, enfim, fazer o recapeamento urgente dessa importante via”, acrescentou Carlos Lula.

Na mesma sessão, o parlamentar relatou as solicitações feitas em reunião com os vereadores Fânio Mania, César Costa e Adjaxson Rodrigues, de Açailândia. As principais demandas apresentadas foram a instalação de uma unidade do Hemomar, uma unidade do Instituto Médico Legal (IML) e a disponibilização de novas ambulâncias para o município.

Segundo Carlos Lula, a cidade atualmente possui apenas duas ambulâncias para atender uma população superior a 100 mil habitantes, o que torna urgente o reforço da frota de veículos de saúde.

“A cidade de Açailândia atualmente possui duas ambulâncias, mas tem uma população de mais de cem mil habitantes, o que torna necessário a aquisição de mais veículos. Então, queria pedir ao Governo do Estado que de fato atenda às necessidades reais dos municípios”, pontuou o deputado.

Deputado Carlos Lula apresenta Projeto de Lei para implementar CNH Social no Maranhão

Assecom / Dep. Carlos Lula


O deputado estadual Carlos Lula (PSB) anunciou, hoje, a apresentação do Projeto de Lei (PL) 386/2025 na Assembleia Legislativa do Maranhão, que visa regulamentar a CNH Social no estado. A medida chega como uma resposta ao atraso do governo estadual em adotar o programa federal, já em funcionamento em 16 outras unidades da federação.

A CNH Social é um benefício que permite a pessoas de baixa renda obterem a primeira habilitação de forma gratuita. O deputado Carlos Lula tem sido uma voz ativa na cobrança pela implementação do programa no Maranhão.

“Não podemos permitir que o Maranhão fique para trás por incompetência do governo estadual. Enquanto outros estados já proporcionam essa oportunidade, nossa população segue esperando. Por isso, protocolei este projeto, que já está tramitando, para assegurar que a CNH Social chegue logo aos maranhenses”, afirmou Carlos Lula.

O PL 386/2025 visa garantir a formação, qualificação e habilitação gratuita de condutores de veículos automotores. O foco principal são pessoas de baixa renda, com a possibilidade de estender o benefício a estudantes do ensino médio e da educação profissional e tecnológica da rede pública estadual.

O projeto de lei estabelece que o Governo do Estado será responsável por definir o número de vagas anuais e os critérios de elegibilidade. Entre os requisitos essenciais, estão a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), residência no Maranhão por pelo menos dois anos, além de atender às normas do Código de Trânsito Brasileiro e do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN).

“Trata-se de uma medida com forte impacto positivo na vida dos cidadãos maranhenses, gerando inclusão social e oportunidades. Além disso, contribui para a melhoria das condições de segurança no trânsito ao fomentar a formalização dos condutores. É fundamental que esta Casa priorize a aprovação deste PL”, enfatizou o parlamentar.

A iniciativa do deputado Carlos Lula foi amplamente recebida e elogiada nas redes sociais, evidenciando a grande demanda popular pela CNH Social. Comentários de internautas reforçam a urgência do tema:

Tacilia Barros da Silva escreveu: “Isso mesmo Carlos Lula tem que cobrar porque não chegou aqui porque os outros Estados já têm esse programa você está certinho de cobrar para seu povo.”

Flavia Rocha comentou: “Parabéns e obrigada. Vamos para cima… Pra ter aqui no nosso estado a CNH Social.”

O Professor Wenderson Vasconcelos destacou: “Essa CNH social vai ajudar muita gente no Estado.”

Ana Monteiro postou: “Agradeço por você estar lutando pelo desenvolvimento do estado. Digo isso por conta que tem vários trabalhadores que precisam tirar sua CNH.”

Os comentários refletem a expectativa e a necessidade de milhares de maranhenses por essa oportunidade de qualificação e inclusão.

Carlos Lula cobra adesão do Maranhão ao Programa CNH Social

Assecom / Dep. Carlos Lula

O deputado estadual Carlos Lula (PSB) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão, nesta quarta-feira (13), para cobrar a imediata adesão do estado ao Programa CNH Social, recentemente regulamentado pela Lei Federal 15.153/2025. O parlamentar manifestou preocupação com o atraso do Maranhão em implementar a medida, que visa beneficiar pessoas de baixa renda com a gratuidade na obtenção da primeira habilitação.

“É inadmissível que, passados 45 dias da sanção da lei federal e com diversos estados já tendo regulamentado ou possuindo programas similares, o Maranhão permaneça inerte. Observamos o Detran local recebendo grande demanda por parte da população, esperançosa de acessar o benefício que já é realidade em outras unidades da federação. Isso demonstra a ineficácia do governo em cuidar de quem mais precisa, deixando o Maranhão para trás”, afirmou o deputado Carlos Lula.

Dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) de 2024, compilados a partir do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) e do Registro Nacional de Condutores Habilitados (Renach), revelam que o Maranhão possui o menor percentual de condutores habilitados do país. Estima-se que mais de um milhão de maranhenses dirijam sem habilitação, com, aproximadamente, 70% dos proprietários de motocicletas no estado sem o documento.

Na mesma ocasião, Carlos Lula manifestou preocupação com a discussão sobre o possível fim da obrigatoriedade das aulas teóricas e práticas em autoescolas para a obtenção da habilitação. O deputado, que já atuou como secretário de Saúde do Maranhão, alertou para os riscos de tal medida.

“Como ex-secretário de Saúde, testemunhei de perto que grande parte dos gastos do Sistema Único de Saúde (SUS) está diretamente relacionada a traumas decorrentes de acidentes de trânsito. As autoescolas desempenham um papel crucial na educação para o trânsito, preparando condutores conscientes. Abrir mão dessa etapa é comprometer a segurança pública e sobrecarregar ainda mais o sistema de saúde”, pontuou o deputado.

Manifestação nas redes

No Instagram, os maranhenses publicaram mensagens lamentando a ausência de informação sobre o início do Programa CNH Social no estado.

“Muitas pessoas com esperança de tirar sua CNH, é uma irresponsabilidade tão grande”, escreveu Pamela Ferreira.

“Iria ser bom se tivesse esse programa eu queria tanto minha habilitação”, publicou Adriano Soares.

“Fui ontem no cras e pediram para ir no Detran, mandei msg para o Detran e nao tem data prevista”, relatou Jessika Pinheiro.

Carlos Lula cobra ação do Governo diante de denúncias de condições indignas enfrentadas por acompanhantes de pacientes

Assecom / Dep. Carlos Lula


O deputado estadual Carlos Lula utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (7), para denunciar o estado crítico da Casa de Apoio do Hospital Regional de Presidente Dutra, conhecido como Socorrão de Presidente Dutra. A unidade atende mais de 17 municípios da Região Central do Maranhão e uma população estimada em 250 mil pessoas.

Durante o pronunciamento, o parlamentar exibiu vídeos gravados por acompanhantes de pacientes que evidenciam a total falta de estrutura no local. As imagens mostram colchões velhos no chão, banheiros sem água encanada e ausência de alimentação e suporte básico para quem acompanha os internados.

“Tem pessoas que vêm para cá de outras cidades do interior sem dinheiro para comprar um pão. E o Hospital não nos dá nenhum suporte, nem almoço, nem nada. Até a água é a gente que compra. O tratamento que estamos recebendo aqui é desumano e para piorar ainda estão nos colocando para fora”, relata uma acompanhante em vídeo.

Carlos Lula questionou diretamente o governador Carlos Brandão e cobrou providências imediatas. “Essas pessoas dormindo no chão, nessas condições, com banheiro nessas condições, isso é cuidado? Isso é dignidade? Essas imagens são um afronte, são tudo o que a gente lutou por tanto tempo para não ver mais no Estado. Infelizmente nós temos retrocedido a passos largos”, afirmou Lula.

Além da denúncia sobre a casa de apoio, Carlos Lula também cobrou a implantação do Plano de Cargos e Carreiras da Emserh (Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares).

“A Emserh tem oito anos e quando realizou seu concurso, eu ainda era presidente. Desde então, não há reajuste salarial, não há implantação do plano de cargos e salários dos servidores. Eu peço que também possa ser viabilizado a construção de um Plano de Cargo e Carreiras para os servidores da Emserh”, declarou.

A denúncia reforça a necessidade de ações urgentes do Governo do Estado para garantir dignidade aos acompanhantes de pacientes e valorização dos servidores da saúde pública no Maranhão.

Carlos Lula cobra câmeras de segurança na Reserva do Itapiracó

Assecom / Dep. Carlos Lula – Foto: Ilano Lima

O deputado estadual Carlos Lula cobrou, nesta quarta-feira (9), a instalação urgente de câmeras de videomonitoramento na Reserva do Itapiracó, um dos principais espaços de lazer e práticas esportivas de São Luís. O pedido foi feito após a morte do cabo da Polícia Militar, Raimundo Gonçalves Freitas Júnior, conhecido como F. Júnior, que foi ferido enquanto fazia caminhada no local, no último sábado (5).

Segundo informações, o policial estava de folga quando sofreu um ferimento grave no pescoço causado pelo disco de uma bicicleta. Mesmo socorrido e levado para uma unidade de saúde, o cabo não resistiu aos ferimentos e faleceu três dias depois.

“Com muita dor no coração, estou vindo do velório do policial militar, nessa manhã. Foi instaurado inquérito policial, mas peço ao Governo do Estado atenção, pois não é a primeira, nem a segunda vez que há assaltos e homicídios no Itapiracó”, alertou Carlos Lula.

O parlamentar chamou atenção para a ausência de qualquer sistema de segurança ou câmeras no local, o que dificulta a elucidação de crimes e coloca frequentadores em risco.

“Um policial perdeu a vida. E o trabalho da polícia para investigar o que realmente aconteceu está sendo dificultado porque o parque não tem câmeras. Eu pediria a atenção do Governo para corrigir isso imediatamente”, afirmou.

Carlos Lula também fez um apelo para que o cabo F. Júnior receba promoção post mortem, como foi feito para o soldado Geidson Thiago dos Santos, morto dias antes durante uma vaquejada em Trizidela do Vale.

“Que o Governo reconheça o trabalho do cabo Raimundo Gonçalves com a promoção póstuma, mas, mais do que isso, que invista em segurança e instale videomonitoramento em todos os parques ambientais do Maranhão”, completou o deputado.

Carlos Lula defende legado de Flávio Dino e critica abandono de políticas públicas no Maranhão

Assecom / Dep. Carlos Lula – Foto: Ilano Lima

O deputado estadual Carlos Lula (PSB) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão, nesta quarta-feira (2), para rebater declarações do deputado Adelmo Soares (PCdoB), que afirmou que o legado do ex-governador Flávio Dino “ficou para trás”. Em seu discurso, Carlos Lula destacou que, embora o mandato de Dino tenha sido concluído, as políticas públicas e os avanços sociais implantados continuam impactando positivamente a vida dos maranhenses.

“Obviamente, o governo de Flávio Dino pertence ao passado, como todo mandato encerrado. Mas o legado permanece vivo nas instituições fortalecidas, nas Escolas Dignas, nos IEMAs, nos hospitais regionais, nos leitos de UTI, na expansão da hemodiálise, inclusive no Hospital Macrorregional de Caxias”, afirmou Lula.

O parlamentar também criticou o que classificou como uma tentativa do atual governo de reescrever a história e apagar os avanços conquistados durante os dois mandatos de Dino. Segundo ele, a postura da atual gestão é marcada pela incoerência e pela traição aos aliados históricos.

“Foi o governador Brandão quem decidiu virar as costas para esse legado. Foi ele quem escolheu governar com quem o atacava, o chamava de ‘governador tampão’ e dizia que ele jamais seria eleito. Se há traição, é do grupo do governador”, disse.

Lula afirmou ainda que muitos dos atuais aliados do Palácio dos Leões participaram ativamente dos avanços promovidos durante o governo Dino, mas hoje negam essas conquistas por conveniência política.

“Legado não se apaga. Muitos aqui nesta Casa são frutos diretos desse período. Negar essa história é agir de má-fé com a população que foi beneficiada por essas políticas”, completou.

O deputado finalizou seu pronunciamento reafirmando o compromisso com as bandeiras que sempre defendeu, como a redução das desigualdades, o combate ao nepotismo e a promoção de um governo mais republicano.

“A política se faz com coerência. Nem sempre vencemos, mas seguimos do lado certo. Defendemos aquilo que transformou a vida do povo maranhense, e não abrimos mão disso”, concluiu.

Carlos Lula critica rejeição de projeto que reduziria ICMS da cesta básica no Maranhão

Assecom / Dep. Carlos Lula


O deputado estadual Carlos Lula (PSB) fez críticas, nesta quarta-feira (25), à decisão da Assembleia Legislativa do Maranhão de arquivar o Projeto de Lei nº 143/2025, de sua autoria, que previa a redução do ICMS sobre os produtos da cesta básica no estado. A proposta foi rejeitada após a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) emitir parecer contrário, seguido pela maioria dos parlamentares da base governista.

Durante pronunciamento em plenário, Carlos Lula afirmou que a base do governo agiu para impedir que a comida do trabalhador maranhense ficasse mais acessível. “O que a gente quer aqui é que os produtos da cesta básica tenham isenção de ICMS. Não faz sentido cobrar imposto da comida de quem já passa fome”, destacou.

O deputado também apontou contradições no comportamento do governo estadual, que recentemente zerou o ICMS da cadeia do leite, beneficiando diretamente grandes produtores do setor, entre eles, empresas ligadas à família do governador.

“Eu não quero acreditar que o ICMS é zero para o leite só porque a família do governador tem uma empresa de leite. Enquanto isso, o trabalhador que precisa colocar feijão e carne na mesa tem esse benefício negado”, disse.

Carlos Lula questionou os argumentos jurídicos usados para barrar o projeto e lembrou que outros estados, como São Paulo e Piauí, já adotaram a isenção de ICMS sobre a cesta básica, com base no mesmo convênio nacional.

“O impacto financeiro alegado é menor do que o aumento que o próprio governo já aprovou no ICMS. Por que o Maranhão não pode fazer o mesmo que outros estados?”, ponderou o deputado.

Por fim, o parlamentar lamentou o arquivamento da proposta e classificou a postura do Governo do Maranhão como insensível às necessidades da população.

O projeto foi rejeitado por 25 parlamentares, seguindo a recomendação do governo estadual. Com o arquivamento, o Maranhão segue com uma das maiores alíquotas de ICMS do país sobre produtos da cesta básica, impactando diretamente o custo de vida das famílias de baixa renda.