10 de junho de 2024

‘Pautas Femininas’ aborda trajetória profissional da cantora Rosa Reis

Artista disse que adora falar sobre sua terra e fez um breve resumo de sua trajetória artística

‘Pautas Femininas’ aborda trajetória profissional da cantora Rosa Reis

Rosa Reis no estúdio da Rádio Assembleia, na tarde desta segunda-feira (10)

O programa ‘Pautas Femininas’ desta segunda-feira (10), da Rádio Assembleia (96,9 FM), em conexão com a Rádio Senado, entrevistou a cantora maranhense e coordenadora do Laboratório de Expressões Artísticas (Laborarte), Rosa Reis. Na conversa com as apresentadoras Régina Santana e Josélia Fonseca, a artista destacou sua trajetória profissional e a programação dos festejos juninos.

Inicialmente, Rosa Reis disse que adora falar sobre sua terra e fez um breve resumo de sua trajetória artística, revelando que tudo começou quando participou do Coral São João e se consolidou com seu ingresso no grupo Laborarte.

“Minha trajetória artística começa junto ao Coral São João. Depois, cheguei ao Laborarte, onde tive oportunidade de pesquisar e conhecer mais sobre a cultura maranhense. Me envolvi nos espetáculos de teatro, dança e música.  Em 1986, criamos o Cacuriá de Dona Teté, que nasce a partir da festa do Divino Espírito Santo, com o carimbó de caixeiras. Em 1989, fiz meu primeiro show solo, no Teatro Artur Azevedo. Depois, gravei meu primeiro vinil. Faço tudo com muito amor, carinho e devoção”, afirmou.

Laborarte

“No Laborarte, temos muitas produções que acontecem nesse período dos festejos juninos. Fico diretamente envolvida com o Cacuriá, que tem minha produção, o Tambor de Crioula, e o meu show, que apresento bastante nesse período junino. Trabalhamos o ano todo para poder nos manter. O Laborarte é uma grande escola que trabalha muito a cultura popular”, destacou.

Programação junina

Sobre os festejos juninos do Maranhão, Rosa Reis ressaltou que o estado tem um produto cultural muito forte, que são as manifestações culturais.

“Nossos governantes precisam se atentar para isso. As pessoas que vêm para cá, nesse período de São João, querem ver a nossa cultura. Elas querem ver nosso bumba meu boi, tambor de crioula, etc. E temos que cultivar o valor e o interesse de nossa cultura nos jovens que estão aí. Temos que passar isso de geração para geração, para que a nossa cultura popular cada dia mais se fortaleça”, defendeu.

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